A Política G5 do London Plan de março de 2021 exige que os grandes empreendimentos incluam espaços verdes, medidos por um Fator de Verde Urbano (UGF): uma pontuação de 0 a 1 que pondera tipos de superfície (árvores em caldeiras ligadas, telhados verdes, jardins de chuva, prados ricos em espécies, pavimento permeável) pela área. As metas provisórias são 0,4 para projetos predominantemente residenciais e 0,3 para predominantemente comerciais; os boroughs podem fixar metas locais.
A GLA encomendou à Arup uma revisão da política. Foram analisados 494 pedidos de grandes projetos dos 32 boroughs a partir do Planning London Datahub (até abril de 2025), dez estudos de caso, um workshop e questionários a promotores e autoridades de planeamento. As pontuações médias situaram-se em torno das metas na maioria das tipologias (por exemplo, 0,43 em blocos residenciais de 4–12 pisos e 0,42 em torres de 13 ou mais pisos), enquanto os projetos industriais, não abrangidos pela política, tiveram cerca de 0,2–0,23. Torres de estudantes e co-living no centro de Londres tiveram 0,30.
Conclusões: amplo apoio à política; o UGF não impede outros objetivos como o BNG ou a energia fotovoltaica; as dificuldades incluem conflitos de espaço na cobertura, cargas estruturais, preocupações de incêndio e manutenção, e gestão a longo prazo. Nos dez estudos de caso a pontuação declarada foi cumprida, sem alterações posteriores à aprovação, mas a revisão nota que as pontuações construídas não são monitorizadas sistematicamente. Recomendações: eliminar a exigência de pontuações próprias por borough, acrescentar uma pontuação industrial de 0,2, esclarecer sinergias UGF/BNG e exigir prova de que o UGF foi considerado. A evidência refere-se a pontuações em fase de planeamento, não a resultados ecológicos ou hidrológicos medidos.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.