Quota de género da Lei do Governo Local de 2011 — Maurícia
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A lei de 2019 das Maldivas reservou 33% dos assentos dos conselhos locais para mulheres. Na primeira eleição sob esta regra (abril 2021), as mulheres conquistaram 389 de 981 assentos (40%), face a ~6% antes — embora nenhuma tenha ainda presidido um conselho.
Antes de 2019, as mulheres ocupavam apenas cerca de 6% dos lugares nos conselhos insulares e municipais das Maldivas, e não existia nenhum mecanismo legal que garantisse a representação política das mulheres a nível local.
A oitava alteração à Lei da Descentralização, aprovada em 2019, reservou 33% dos lugares nos conselhos insulares e municipais para mulheres, com efeitos a partir das eleições locais seguintes.
Nas eleições para os conselhos locais realizadas em abril de 2021, as primeiras ao abrigo da nova regra, as mulheres conquistaram 389 dos 981 lugares — cerca de 40% do total, superando o limiar mínimo de 33% de lugares reservados. Os resultados oficiais da Comissão Eleitoral das Maldivas foram corroborados de forma independente pela análise eleitoral da IFES e pela cobertura do Maldives Independent.
Os ganhos são numéricos e não estão totalmente incorporados no poder de decisão: nenhuma mulher presidiu ainda a um conselho local, e os Comités de Desenvolvimento das Mulheres carecem frequentemente de autoridade formal de decisão, de financiamento estável ou de controlo sobre setores prioritários. As Maldivas não têm quota de género para o seu parlamento nacional, onde as mulheres ocupavam apenas 5% dos lugares e representavam apenas 11,6% dos candidatos nas eleições parlamentares de 2024.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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