Malmö exigiu aos promotores do Bo01 um fator de espaço verde de 0,5 e dez de 35 «pontos verdes» (árvores, caixas-ninho, lagos); avaliações posteriores notam que áreas verdes foram em parte substituídas por superfícies duras.
Detalhes
Promotor
City of Malmö; Bo01 housing expo developers
Período
2000–present
Palavras-chave
urban greening, green space factor, stormwater, biodiversity
Descrição
Para a exposição habitacional Bo01 (aberta em maio de 2001), num antigo estaleiro contaminado em Västra Hamnen, o município de Malmö e os promotores fixaram um fator de espaço verde igual ou superior a 0,5 e uma lista de «Pontos Verdes»: cada promotor escolhia dez de 35 opções, como árvores altas, caixas-ninho e lagos para fauna, valorizando a qualidade do habitat e não apenas a área. As águas pluviais são geridas num sistema aberto de jardins de chuva, lagos e canais, com telhados verdes e superfícies permeáveis, combinando redução do escoamento com habitat para herbáceas e flores silvestres nativas. A evidência é mista. O caso Oppla/Connecting Nature refere que o envolvimento de arquitetos paisagistas foi central no sucesso inicial, mas que as áreas verdes do Bo01 foram sendo trocadas por superfícies duras e que bairros portuários posteriores usaram um fator simplificado, com menos verde. Não foram encontrados resultados quantificados de biodiversidade ou escoamento para o próprio fator, pelo que a pontuação é prudente. É um instrumento de planeamento transferível e de baixo custo, cuja fraqueza é a fiscalização após a aprovação.
Implementação
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Fontes de dados
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