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Good practice

Empregos pela Natureza — Mahi mō te Taiao (Nova Zelândia)

Nova Zelândia · Wellington · Ver o perfil de Nova Zelândia

Programa de recuperação pós-pandemia da Nova Zelândia (NZD 1.185 mil milhões, 2020–2025): 225 projetos liderados pelo DOC empregaram mais de 11.000 trabalhadores no controlo de espécies invasoras e restauro de habitats. Até 2025: 19.000 km² de controlo de pinheiros invasores, 24.000 km² de controlo de predadores, 9,7M de plantas nativas plantadas.

1.185 NZD billion
Financiamento total do programa (2020-2025)
485.3 NZD million
Financiamento gerido pelo DOC (2020-2025)
225 projects
Projetos liderados pelo DOC (2020-2025)
19,000 km²
Terreno colocado sob controlo de pinheiros invasores (by 2025)
24,000 km²
Terreno colocado sob controlo de animais predadores (by 2025)
9.7 million
Plantas nativas plantadas (by 2025)
~11,000 jobs
Empregos criados ou mantidos (2020-2025)
Empregos pela Natureza — Mahi mō te Taiao (Nova Zelândia)

Detalhes

Maturidade
Discontinued
Promotor
New Zealand Department of Conservation (DOC)
Período
2020-2025
Palavras-chave
invasive species control, conservation employment, public works, wilding pines, biodiversity restoration

Contexto

Jobs for Nature (Mahi mō te Taiao) foi o programa neozelandês de conservação para recuperação económica pós-pandemia, com um orçamento de 1,185 mil milhões de NZD, administrado entre 2020 e 2025 por cinco agências governamentais lideradas pelo Departamento de Conservação (DOC), que geriu 225 projetos em todo o país com 485,3 milhões de NZD, em parceria com organizações Māori e comunitárias.

Objetivos

O programa visava criar emprego nas comunidades rurais e Māori mais afetadas pela disrupção económica da COVID-19, ao mesmo tempo que enfrentava duas das ameaças ecológicas mais graves da Nova Zelândia: coníferas invasoras (estimadas numa ameaça de 4,6 mil milhões de NZD para terras agrícolas, cursos de água e ecossistemas nativos) e predadores mamíferos introduzidos, como ratos, arminhos e gambás.

Atividades

Os trabalhadores foram empregados no abate terrestre de pinheiros invasores e tratamento com herbicidas, captura de predadores, restauração de zonas húmidas e plantação de espécies nativas, com prioridade ao envolvimento comunitário e iwi (tribal).

Resultados

No final do programa, em 2025, o Jobs for Nature tinha colocado 19.000 km² de terreno sob controlo de pinheiros invasores e 24.000 km² sob controlo de animais predadores, plantado 9,7 milhões de plantas nativas, e criado ou mantido aproximadamente 11.000 empregos, muitos em comunidades rurais e Māori.

Conclusões

O programa terminou em 2025, conforme planeado, e o DOC publicou uma Estratégia de Transição formal documentando as lições institucionais. A gestão de coníferas invasoras continua agora ao abrigo do Programa Nacional de Controlo de Coníferas Invasoras (NWCCP), administrado pelo MPI, assegurando continuidade além do período de financiamento de emergência.

Implementação

Custo indicativo
Very high (> €5M) — NZD 1.185 billion total programme funding across five agencies (2020-2025); DOC alone managed NZD 485.3 million across 225 projects.
Tempo até resultados
Medium (1–3 years) — Fixed five-year pandemic-recovery programme (2020-2025); wilding-conifer management continues post-2025 under the National Wilding Conifer Control Programme.
Equipa e competências
Five government agencies, led by the Department of Conservation (DOC), Māori (iwi) and community organisations as delivery partners

Condições de sucesso

  • Partnering with Māori and community organisations rather than centralising delivery
  • Clear, measurable ecological targets (wilding conifers, introduced predators)
  • Prioritising community and iwi involvement in workforce

Onde se enquadra

Tipo de governação
multi-agency central government programme delivered through community/iwi partnerships
Escala
national
Nível de rendimento
high-income (New Zealand)

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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