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Boa prática Importada

Lei de Proibição da Violência Contra Pessoas (VAPP) da Nigéria 2015 — Criminalização da VBG em 34 Estados

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A Lei VAPP 2015 da Nigéria criminaliza violação, MGF, controlo coercivo e casamento forçado. Em meados de 2024, 34 dos 36 estados adotaram-na. Investigação confirma declínio da MGF/C; aplicação é desigual; projeto de revogação-e-reaprovação aguarda no Senado desde 2024.

34/36
Estados que adotaram a Lei VAPP (de 36) (as of mid-2024)
12
Estados abrangidos pela avaliação de impacto (2024)
statistically significant decline
Alteração na prevalência de MGF associada à adoção estadual da VAPP
Lei de Proibição da Violência Contra Pessoas (VAPP) da Nigéria 2015 — Criminalização da VBG em 34 Estados

Detalhes

Maturidade
Consolidada
Promotor
Federal Republic of Nigeria — National Assembly / State Houses of Assembly
Período
2015–present
Palavras-chave
public sector, justice, law reform, gender-based violence

Contexto

A Lei de Proibição da Violência contra Pessoas (VAPP) de 2015 é o primeiro estatuto federal da Nigéria a abordar de forma abrangente a violência baseada no género. Promulgada para o Território da Capital Federal, exige a domesticação ao nível estadual nos 36 estados da Nigéria.

Objetivos

Alargar a definição legal de violação para incluir penetração anal e oral e vítimas do sexo masculino, criminalizar a mutilação genital feminina (MGF), reconhecer o controlo coercivo, e proibir práticas tradicionais nocivas, incluindo o casamento forçado e o casamento infantil.

Atividades

Os estados foram progressivamente adotando a lei federal a nível estadual; em meados de 2024, 34 dos 36 estados tinham promulgado versões estaduais (apenas Kano e Rivers não o tinham feito). Uma avaliação de impacto de 2024 da Westminster Foundation for Democracy (WFD) abrangeu doze estados.

Resultados

A avaliação da WFD de 2024 encontrou um aumento na denúncia de VBG e uma maior consciencialização policial sobre as disposições da lei, embora a capacidade de aplicação permaneça fraca na maioria dos estados. Um estudo plurianual revisto por pares, publicado na BMC Public Health (2025), constatou que a adoção estadual da VAPP estava associada a declínios estatisticamente significativos na prevalência de MGF entre coortes de inquérito, fornecendo evidência causal de impacto comportamental, embora tenha notado que a consciencialização sobre a lei ultrapassa a aplicação em muitas áreas rurais.

Conclusões

Em agosto de 2024, um projeto de lei para revogar e reeditar a Lei VAPP passou a segunda leitura no Senado; no início de 2025 permanecia sob análise da Comissão do Senado após forte oposição pública da sociedade civil e organizações de direitos das mulheres, introduzindo um risco legislativo para a forma futura da lei.

Implementação

Custo indicativo
Elevado (500 mil €–5 M€)
Tempo até resultados
Longo (> 3 anos)
Equipa e competências
National Assembly / State Houses of Assembly (legislative domestication), State police and judiciary (enforcement)

Condições de sucesso

  • State-by-state domestication of the federal Act
  • Police training and public-awareness efforts (per WFD 2024 assessment)
  • Sustained civil-society advocacy resisting repeal efforts

Modos de falha comuns

  • Enforcement capacity remains weak in many rural areas despite legal adoption
  • An August 2024 Senate bill to repeal and re-enact the Act creates legislative uncertainty

Habitualmente financiado por

National / regional programmes

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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