Reserva do Ecossistema de Redonda — Erradicação de Ratos e Cabras (Antígua e Barbuda)
Antígua e Barbuda
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A Parks Canada e o Conselho da Nação Haida conduziram um programa de erradicação de ratos de cinco anos (2009-2013), com cerca de C$2,5 milhões, nas ilhas de Gwaii Haanas, ajudando aves marinhas a recuperar — embora ratos tenham reinvadido pelo menos uma ilha até 2016.
Ratos introduzidos pelo transporte marítimo desde o final do século XVIII espalharam-se por pelo menos 18 ilhas de Haida Gwaii, na Colúmbia Britânica, tornando-se a maior ameaça à integridade ecológica da Reserva do Parque Nacional Gwaii Haanas, da Reserva de Área de Conservação Marinha Nacional e do Sítio do Património Haida. Cerca de metade da população mundial de Marulhão-antigo (Ancient Murrelet), espécie em risco no Canadá, reproduz-se nestas ilhas remotas, juntamente com o Ostraceiro-negro e outras aves marinhas que nidificam em tocas ou no solo e são vulneráveis à predação por ratos.
Em 2009, a Parks Canada e o Conselho da Nação Haida lançaram o "SG̲in X̲aana Sdiihltl'lx̲a: Night Birds Returning", um programa conjunto de erradicação com cinco anos de duração e cerca de C$2,5 milhões, em parceria com a Island Conservation, a Coastal Conservation, a Simon Fraser University e a Laskeek Bay Conservation Society. A captura e o uso de iscos no solo removeram ratos das ilhas Arichika e Bischoff a partir de 2011; em 2013, a primeira distribuição aérea de raticida no Canadá — técnica já comprovada na Nova Zelândia, nos Estados Unidos e no México — limpou as ilhas Murchison e Faraday, ambas posteriormente declaradas livres de ratos.
Após a conclusão da fase aérea, a Parks Canada e os parceiros documentaram sinais iniciais de recuperação ecológica, incluindo mais tentativas de nidificação e sucesso na criação de crias entre os Ostraceiros-negros, usados como espécie sentinela da saúde do ecossistema costeiro. Contudo, o programa também ilustra os limites da erradicação insular sem biossegurança permanente: em 2016 a Parks Canada confirmou que ratos tinham reinvadido pelo menos uma ilha anteriormente limpa, provavelmente através de destroços ou tráfego de embarcações, exigindo novo esforço de monitorização e controlo. O caso é assim apresentado com honestidade como um sucesso parcial e evidenciado — ganhos reais e medidos de biodiversidade nas ilhas limpas, atenuados por uma reinvasão documentada que mostra que a erradicação por si só não garante proteção permanente.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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