RAPCA — Rede de Faixas de Pastoreio Corta-Fogo da Andaluzia para Prevenção de Incêndios
Espanha
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O regime francês MAEC paga a agricultores da Occitânia 153–204€/ha, em contratos de cinco anos, para pastorear faixas corta-fogo; um agricultor do Gard ganha ~9.000€/ano por 60ha, mas o seu número caiu de ~60 para ~20 por departamento após cortes no financiamento.
No sul da França, o risco de incêndio aumenta em parte porque o abandono agrícola eliminou o pastoreio que mantinha a vegetação rasteira aberta; a política DFCI (Defesa das Florestas Contra Incêndios) integra a manutenção de faixas corta-fogo na gestão rural, em vez de a tratar apenas como um problema de combate a incêndios.
No âmbito das Medidas Agroambientais e Climáticas (MAEC) da PAC, a direção regional de agricultura (DRAAF Occitânia) contrata agricultores por cinco anos para pastorear corredores corta-fogo designados: pagamento base de 153€/ha/ano, subindo para 204€/ha quando se adiciona desmatamento mecânico ou queima pastoral, mais até 72€/ha por melhoria da gestão pastoral, com um limite de cerca de 15.000€ por exploração por ano.
No departamento de Gard, cerca de 20 agricultores mantêm atualmente cerca de 800ha sob contrato; um agricultor documentado, inscrito em 2023, ganha cerca de 9.000€/ano por 60ha. Eram cerca de 60 uma década antes, antes de o cofinanciamento regional ser reduzido — prova de que estes esquemas de pagamento por serviços ecossistémicos dependem de orçamentos públicos sustentados.
As fontes disponíveis documentam em detalhe o mecanismo de pagamento e a participação, mas não fornecem uma medição independente dos incêndios evitados ou da redução de combustível; esta prática é avaliada pelo seu mecanismo e governança documentados, e não por resultados de incêndio não medidos.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
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