Estratégia de Gestão das Zonas Húmidas de Colombo — Amortecedor de Cheias da Cidade-Zona Húmida Ramsar
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O pântano de Pallikaranai, uma zona húmida Ramsar de 1.247 hectares (designada em 2022) em Chennai, amortece as cheias das monções no sul da cidade e alberga mais de 120 espécies de aves, mas encolheu de cerca de 6.000 para menos de 600 hectares desde a década de 1960, apesar de um esforço de restauração estatal iniciado em 2018.
O pântano de Pallikaranai é uma zona húmida de água doce no sul de Chennai, no estado de Tamil Nadu, que historicamente cobria cerca de 6.000 hectares e servia de planície de inundação natural para a área envolvente. Foi declarado floresta de reserva pelo governo de Tamil Nadu em 2007 e designado Zona Húmida de Importância Internacional ao abrigo da Convenção de Ramsar em abril de 2022 (sítio Ramsar n.º 2481), com 1.247,5 hectares formalmente notificados.
O pântano é uma das zonas húmidas urbanas mais biodiversas do sul da Índia: a EBSCO Research Starters documenta mais de 120 espécies de aves registadas — incluindo flamingos, íbis-preto e galinha-sultana — além de répteis, mamíferos, peixes e moluscos. Segundo a Madras Musings, o pântano drena as águas pluviais das monções de uma rede de corpos de água interligados em bairros como Velachery, Injambakkam, Sembakkam, Nanganallur e Hasthinapuram, funcionando como a principal barreira natural contra cheias e zona de recarga de aquíferos do sul de Chennai.
O governo de Tamil Nadu iniciou trabalhos ativos de restauração em 2018, com fundos do National Adaptation Fund for Climate Change, e em 2024 o Tribunal Nacional Verde (NGT) ordenou a remoção de ocupações ilegais — incluindo blocos de apartamentos e parques tecnológicos — construídos em terras húmidas notificadas, com um troço rodoviário de 2,1 km construído em 2001 sobre o pântano a ser substituído por uma ponte elevada.
Apesar destas medidas, a urbanização reduziu o pântano da sua extensão histórica de cerca de 6.000 hectares para menos de 600 hectares atualmente, e a deposição de resíduos de um aterro adjacente continua a ser uma pressão ativa — uma ilustração honesta de que a proteção formal e o financiamento da restauração ainda não resolveram a ocupação ilegal que impulsiona o declínio da zona húmida.
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