Programa de Restauração Insular da GECI — Erradicação de Mamíferos Invasores (México)
México
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Erradicação de ratos invasores liderada pelo governo e financiada por doadores em seis ilhotas dos atóis de Nukufetau e Funafuti, no Tuvalu, realizada por pessoal local formado entre julho e setembro de 2024, visando restaurar colónias de aves marinhas, locais de nidificação de tartarugas marinhas e agroflorestas de coqueiros.
Entre julho e setembro de 2024, o Departamento do Ambiente de Tuvalu liderou uma erradicação terrestre de ratos invasores em seis ilhotas — Motumua, Sakalua, Teafuaone e Teafatule no Atol de Nukufetau, e Tepuka e Falefatu em Funafuti — no âmbito do programa regional Predator Free Pacific. O trabalho baseou-se em ações preparatórias de 2023 financiadas através do GEF-6 Regional Invasives Project.
O projeto foi coordenado pelo serviço de apoio a espécies invasoras do Secretariado do Programa Regional do Ambiente do Pacífico (SPREP–PRISMSS), com execução técnica pela ONG Island Conservation e apoio da BirdLife International, e financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Nova Zelândia, juntamente com o Fundo Global para o Ambiente. O pessoal local recebeu formação especializada em técnicas de erradicação terrestre de roedores antes do início do trabalho de campo — um modelo que reforça a capacidade local em vez de depender apenas de contratantes externos.
Os resultados reportados incluem a recuperação de habitat de nidificação para aves marinhas nativas e tartarugas-verdes ameaçadas, uma recuperação no número de caranguejos-do-coco e — especificamente em Tepuka — a eliminação completa da população de mosquitos da ilhota e o quase desaparecimento das formigas-loucas-amarelas invasoras, anteriormente descontroladas. Foi agendada uma missão de monitorização de seguimento para agosto de 2025 para confirmar o sucesso da erradicação, embora as fontes consultadas não publiquem contagens populacionais antes/depois.
Os agroflorestas de coqueiros das ilhotas são um recurso de subsistência direto para os residentes de Nukufetau (coco, caranguejos e outros alimentos), ligando a restauração ecológica a benefícios mensuráveis de segurança alimentar e resiliência económica para a comunidade, segundo os relatórios do SPREP.
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