Daedeok Innopolis — Cluster de Comercialização de I&D da Coreia do Sul
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A zona franca de Doha da Qatar Foundation, com um investimento de 800 milhões de dólares, liga a investigação da Education City a mais de 400 empresas residentes de 39 países, desde âncoras iniciais como a ExxonMobil e a Microsoft até aceleradoras que atraem centenas de candidatos internacionais, na maioria liderados por mulheres.
O Qatar Science & Technology Park (QSTP) foi inaugurado em março de 2009 como parte da Qatar Foundation, apoiado por um investimento superior a 800 milhões de dólares, e foi designado a primeira zona de comércio livre do Qatar. Está localizado dentro da Education City, em Doha, dando às empresas residentes acesso direto a campus de universidades internacionais e aos respetivos investigadores. Entre os primeiros inquilinos multinacionais contavam-se a EADS (Airbus), a ExxonMobil, a GE, a Microsoft, a Rolls-Royce, a Shell, a Total e a empresa local de TI iHorizons; uma segunda fase de desenvolvimento, concluída entre 2014 e 2016, alargou a capacidade física do parque. Em 2014, o QSTP tornou-se o primeiro anfitrião de uma nação árabe da Conferência Mundial da Associação Internacional de Parques Científicos.
De acordo com um relatório de abril de 2026, o QSTP acolhia mais de 400 empresas, com startups ativas provenientes de 39 países, em quatro áreas de foco: energia, ambiente, ciências da saúde e tecnologias de informação e comunicação. A programação recente registada no mesmo período incluiu 12 workshops em linha, com mais de 1100 participantes, cinco sessões de pitching e seis programas de mentoria. As aceleradoras apoiadas por empresas revelam um alcance internacional e de diversidade de género mensurável: a QSTP x TotalEnergies WaterTech Accelerator recebeu 226 candidaturas de 79 países, e a QSTP x Merck FemTech Accelerator recebeu 242 candidaturas de 64 países, 71% das quais lideradas por mulheres. Uma comunidade dedicada a mulheres, 'The 300', tinha crescido para mais de 300 membros, com 45 participantes a concluir programas de certificação.
Em comparação com congéneres europeias com um historial mais longo, a evidência publicamente disponível sobre o QSTP assenta mais em métricas de participação e alcance (número de empresas residentes, número de candidatos, participação em workshops) do que em resultados económicos auditados, como postos de trabalho criados, receitas geradas ou saídas de empresas, pelo que a evidência do seu impacto é real, mas menos madura do que a de instituições congéneres com duas décadas de acompanhamento do desempenho das empresas graduadas.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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