Dez anos de investigação da Universidade de Exeter: caudais de ponta ~30% menores, 6 milhões de litros armazenados por território e libertação lenta na seca de 2022; resultados de apenas quatro territórios.
Uma população selvagem de castores foi descoberta no rio Otter, no Devon, em 2014, após 400 anos de ausência. O Devon Wildlife Trust e a Universidade de Exeter estudaram-na durante dez anos e os animais obtiveram o direito legal de permanecer em 2020. A investigação publicada em 2024 indica que as barragens e zonas húmidas de castores reduziram os caudais de tempestade em média cerca de 30%, e um estudo anterior de Exeter mediu picos à saída de um troço com barragens cerca de 30% inferiores aos de entrada. Quatro territórios monitorizados armazenam cerca de 24 milhões de litros (~6 milhões cada, ~10 piscinas olímpicas); estimam-se cerca de 20 territórios familiares no rio e afluentes. Na seca de 2022 as zonas húmidas libertaram a água lentamente, mantendo caudais e criando refúgios para sapos e libélulas. Limitações: os resultados quantificados vêm de poucos territórios numa bacia de baixa altitude e podem não ser generalizáveis; a origem dos animais é desconhecida; e os conflitos com proprietários exigem gestão ativa. Não é um esquema de pagamento e não se quantifica efeito em carbono nem incêndios.
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