Sistema Nacional de Monitoramento Florestal da Papua-Nova Guiné — Rastreamento de Carbono via Satélite e Radar
Papua Nova Guiné
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Desde 2012, o IDEAM da Colômbia opera o SMByC, um sistema de monitoramento florestal e de carbono via satélite que usa imagens Landsat, Sentinel-2 e outras para acompanhar o desmatamento em todo o país, emitindo boletins trimestrais de alerta antecipado que alimentam o inventário oficial de GEE e os pagamentos por REDD+.
Criado em 2012 pelo IDEAM (Instituto de Hidrología, Meteorología y Estudios Ambientales), em coordenação com o Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, o SMByC (Sistema de Monitoreo de Bosques y Carbono) é a plataforma oficial nacional de monitoramento florestal e de carbono do país.
O sistema aplica um protocolo de quatro fases — pré-processamento, processamento digital de imagens, validação e comunicação de resultados — usando análise de componentes principais sobre imagens Landsat, complementadas por dados CBERS, RapidEye, ASTER e Sentinel-2 quando a cobertura Landsat é insuficiente. Produz mapas nacionais completos de mudança na cobertura florestal e quatro boletins de alerta antecipado de desmatamento por ano.
Até 2017, o SMByC havia documentado 27 anos de mudanças (1990-2017), incluindo 6,7 milhões de hectares de perda florestal nacional e 783.899 hectares perdidos só entre 2013 e 2017. Os dados do SMByC são a fonte oficial por trás dos números de desmatamento divulgados pela Colômbia, incluindo a queda de 36% ano a ano anunciada pelo Ministério do Ambiente em 2024 (de 123.517 ha em 2022 para 79.256 ha em 2023, uma redução de 44.262 ha).
O SMByC mede e reporta o desmatamento; não é, por si só, a causa das reduções. A ministra do Ambiente colombiana atribuiu a queda de 2023 a fatores além do monitoramento — restrições à expansão do agronegócio, uma proibição de desmatamento imposta por dissidentes das FARC e a dinâmica do processo de paz — e alertou que os números de 2024 mostraram o desmatamento voltando a subir em meio à seca provocada pelo El Niño, evidenciando que o MRV por satélite é necessário, mas não suficiente, para a proteção florestal sustentada.
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