SMByC — Sistema Nacional de Monitoramento de Florestas e Carbono da Colômbia por Satélite
Colômbia
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O Departamento Florestal da Zâmbia construiu um sistema nacional de monitoramento florestal com as ferramentas de satélite Open Foris e SEPAL da FAO, produzindo mosaicos nacionais de cobertura florestal baseados em Landsat para 2000, 2010 e 2014, que alimentam seu nível de referência de REDD+ em meio a uma das taxas de desmatamento mais altas do mundo.
O Departamento Florestal da Zâmbia, sob a alçada do atual Ministério da Economia Verde e do Ambiente, desenvolveu o seu Sistema Nacional de Monitorização Florestal (NFMS) com apoio técnico da FAO, com base na Avaliação Integrada do Uso da Terra (ILUA I e II) e financiado em parte através do Fundo Cooperativo para o Carbono Florestal (FCPF) do Banco Mundial.
O NFMS aplica o conjunto de ferramentas Open Foris da FAO — o Collect Earth para amostragem por pontos e o SEPAL para processamento em nuvem — a imagens Landsat através do Google Earth Engine, produzindo mosaicos nacionais de cobertura florestal para 2000, 2010 e 2014, que alimentam a submissão do Nível de Referência (de Emissões) Florestal da Zâmbia à CQNUAC.
Os dados do ILUA situam o stock de carbono florestal da Zâmbia em cerca de 2,63 mil milhões de toneladas e revelam que apenas 23% das florestas do país são geridas formalmente; o rastreio independente por satélite do Global Forest Watch registou a perda de 380.000 hectares de floresta natural só em 2020 (cerca de 140 milhões de toneladas de CO2), o que é consistente com a caracterização da FAO da taxa de perda da Zâmbia — 250.000-300.000 ha/ano — como uma das mais elevadas do mundo.
O NFMS é um sistema de medição e de comunicação de informação, não uma intervenção de conservação em si mesma: apesar de mais de uma década de investimento em monitorização desde que o ILUA I teve início em 2005, a taxa de desflorestamento da Zâmbia manteve-se entre as mais elevadas do mundo, e o fosso entre a monitorização por satélite de cobertura total e a capacidade de fiscalização no terreno é o ponto fraco reconhecido da estratégia.
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