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Good practice

Programa de Gestão da Biodiversidade da África do Sul (SANBI / DFFE)

África do Sul · Pretoria · Ver o perfil de África do Sul

Programa nacional voluntário onde proprietários privados e comunitários recebem isenções de taxas e apoio técnico em troca de compromissos de conservação; assegurou >1,5 M ha — 73% dos 2,4 M ha de novas áreas protegidas adicionadas pela África do Sul desde 2020.

1.5 million ha
Hectares garantidos a nível nacional (by 2022)
94 protected areas
Áreas protegidas formalmente declaradas criadas (by 2022)
540,000 ha
Área abrangida por essas áreas protegidas (by 2022)
73 %
Percentagem de novas áreas protegidas sul-africanas desde 2020 (since 2020, as of July 2024)
2.4 million ha
Total de novas áreas protegidas acrescentadas a nível nacional desde 2020 (since 2020)

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
South African National Biodiversity Institute (SANBI) / DFFE
Período
2007–present
Palavras-chave
biodiversity conservation, private land stewardship, state PES, protected areas

Contexto

O Programa de Administração da Biodiversidade (BSP) da África do Sul reconhece os proprietários de terras privadas e comunitárias como guardiões da biodiversidade nas suas terras, visando as Áreas Críticas de Biodiversidade (CBA) identificadas nos Planos Setoriais de Biodiversidade provinciais, abrangendo fynbos, pastagens do Drakensberg, matagal, savana e outros ecossistemas de importância global.

Objetivos

O programa oferece aos proprietários de terras acordos formais de conservação ao abrigo da Lei Nacional de Gestão Ambiental: Áreas Protegidas e da Lei da Biodiversidade, em troca de isenções da taxa municipal (imposto predial) e apoio técnico/de gestão das autoridades provinciais de conservação.

Atividades

Iniciado como projeto-piloto em 2007 na Província Ocidental do Cabo, no âmbito da iniciativa CAPE Action for People and Environment, e depois alargado a nível nacional pela SANBI e pelo DFFE, com cofinanciamento do GEF (Fundo para o Quadro Global da Biodiversidade) e do GCF. Os participantes recebem o estatuto de Reserva Natural ou de Ambiente Protegido.

Resultados

Até 2022, mais de 1,5 milhões de hectares tinham sido garantidos a nível nacional, criando 94 áreas protegidas formalmente declaradas, cobrindo aproximadamente 540.000 ha. Até julho de 2024, o BSP era responsável por 73% dos 2,4 milhões de hectares de novas áreas protegidas formalmente acrescentadas à rede de áreas protegidas da África do Sul desde 2020.

Conclusões

O programa coloca a África do Sul no caminho para a sua meta 30x30 e foi documentado em literatura revista por pares; o modelo foi adaptado no Quénia e na Namíbia, demonstrando transferibilidade em diferentes contextos africanos de biodiversidade.

Implementação

Custo indicativo
Medium (€50k–€500k) — Funded via municipal rates exemptions and technical support rather than land purchase; co-financed by GEF (Global Biodiversity Framework Fund) and GCF.
Tempo até resultados
Long (> 3 years) — Piloted from 2007; national rollout ongoing for 17+ years; replicated in Kenya and Namibia.
Equipa e competências
provincial conservation authorities (technical and management support), SANBI and DFFE national coordination, private and communal landowners as on-the-ground custodians

Condições de sucesso

  • legal grounding in the Protected Areas Act and Biodiversity Act
  • targeting of scientifically identified Critical Biodiversity Areas
  • financial incentives (rates exemptions) plus technical support rather than land purchase
  • GEF/GCF co-financing

Onde se enquadra

Tipo de governação
national government programme coordinated across nine provinces
Escala
national, 1.5M+ ha
Nível de rendimento
upper-middle-income

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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