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Stopping Violence Services — A Rede Neozelandesa Ligada aos Tribunais de Programas de Não-Violência para Homens

Nova Zelândia · Christchurch · Ver o perfil de Nova Zelândia

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Uma rede nacional de 48 prestadores credenciados pelo Ministério da Justiça, que oferece programas de grupo obrigatórios e voluntários para homens que exercem violência familiar. O prestador mais antigo (Christchurch) funciona desde 1983; mais de 9.000 encaminhamentos e mais de NZ$24 milhões fluem anualmente, embora a eficácia continue genuinamente contestada.

Stopping Violence Services — A Rede Neozelandesa Ligada aos Tribunais de Programas de Não-Violência para Homens

Detalhes

Promotor
Stopping Violence Services network (Ministry of Justice–accredited providers)
Período
1983–present
Palavras-chave
domestic violence, criminal justice, court-mandated programmes, family violence

Descrição

A Nova Zelândia oferece programas de grupo ligados aos tribunais para homens que exercem violência familiar através de uma rede nacional de prestadores comunitários credenciados pelo Ministério da Justiça, em vez de uma única organização. O prestador identificado mais antigo, Stopping Violence Services Christchurch Inc., funciona de forma contínua desde 1983; o atual quadro de credenciação e financiamento do Ministério da Justiça para estes 'programas de não-violência' foi reorganizado a partir de 2014.
O encaminhamento é misto: os homens podem ser obrigados a participar por decisão de um tribunal de família ou criminal ou por supervisão da liberdade condicional comunitária, ou podem candidatar-se voluntariamente. Os programas são normalmente cursos de grupo psicoeducativos de 8 semanas, embora os investigadores da área defendam que são necessárias, no mínimo, 20 semanas para uma mudança duradoura. No início da década de 2020, operavam a nível nacional 48 prestadores aprovados pelo Ministério da Justiça, com agências estatais a encaminhar mais de 9.000 pessoas (cerca de 90% homens) para programas de cessação da violência anualmente, e um financiamento combinado do Ministério da Justiça e dos Serviços Prisionais superior a NZ$24 milhões por ano. Um dos principais prestadores, a Friendship House Trust, atendeu entre 500 e 1.000 homens por ano, com uma média de 439 encaminhamentos judiciais anuais ao longo de um período de cinco anos a partir de meados de 2018.
Uma avaliação do Ministério da Justiça aos programas oferecidos desde 2014 concluiu que os programas de não-violência reduziram a reincidência entre os participantes e que a facilitação qualificada e as abordagens culturais Kaupapa Māori estavam associadas a melhores resultados, embora não tenha publicado uma taxa de reincidência quantificada específica. O escrutínio independente tem sido mais cético: um documento de política de 2016 do New Zealand Family Violence Clearinghouse, da autoria de Devon Polaschek, descreveu a resposta nacional aos agressores como 'fragmentada e insuficiente', e responsáveis do setor, incluindo a própria diretora executiva de um dos principais prestadores, alertaram publicamente que a conclusão do programa não é o mesmo que uma mudança de comportamento demonstrada. Trata-se de uma base de evidência genuinamente contestada, e não de uma história de sucesso inequívoca, e é assim que é aqui representada.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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