Avaliação 'two-lane' da Universidade de Sydney para a era da IA
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Um projeto Horizonte 2020 da UE com 18 parceiros (2016–2019, 7,28 M€), liderado pela Universitat Oberta de Catalunya (Espanha), testou autenticação facial, de voz e de digitação com análise forense de plágio em 22.941 estudantes, incluindo 861 com necessidades especiais.
ES51O TeSLA (Trust-based Authentication and Content Verification for E-assessment) foi um projeto financiado pelo programa Horizonte 2020 da UE, coordenado pela Universitat Oberta de Catalunya (UOC), em Barcelona, que decorreu entre janeiro de 2016 e março de 2019, com um orçamento total de 7 283 092,50 EUR (5 916 028,50 EUR provenientes da UE). Reuniu 18 parceiros — 8 universidades, 3 agências de garantia de qualidade, 4 centros de investigação e 3 empresas — em vários países europeus.
Desenvolver um sistema combinado de autenticação e de integridade de conteúdos para avaliação online/e-learning, utilizando reconhecimento facial, reconhecimento de voz, análise da dinâmica de digitação e análise forense de estilo de escrita/plágio, apresentando aos docentes alertas de "confiança" verde/laranja/vermelho em vez de uma aprovação/reprovação automática.
O sistema foi testado com 22 941 estudantes (incluindo 861 com necessidades educativas especiais) e 457 docentes, em 532 atividades de avaliação distribuídas por 310 unidades curriculares, através de 7 projetos-piloto institucionais de grande escala e mais 6 projetos-piloto de terceiros. O projeto produziu também uma proposta de quadro europeu de qualidade para avaliação online, concebido para perdurar para além do período de financiamento.
Segundo os próprios relatórios do projeto, mais de 70% dos estudantes participantes concordaram que as ferramentas ajudaram a garantir a confiança nos resultados dos seus exames.
O TeSLA é um projeto de investigação e inovação concluído, e não uma implementação comercial em curso: o financiamento da UE terminou em março de 2019 e, embora se relate que algumas ferramentas tenham ficado disponíveis posteriormente, não existe evidência confirmada de operação continuada à escala original do projeto-piloto. A monitorização biométrica contínua dos estudantes (rosto, voz, dinâmica de digitação) implica também uma tensão inerente com a proteção de dados/RGPD, que o projeto abordou em parte através de um modelo de consentimento informado, mas que continua a ser uma cautela estrutural para qualquer sistema semelhante implementado depois de caducarem as salvaguardas de proteção de dados do próprio projeto.
Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.
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