Ensaio Governamental Integral da Austrália com o Microsoft 365 Copilot
Austrália
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Desde um impulso digital em 2019, o SupTech Hub do BCE construiu 14 ferramentas de IA — Athena, GABI, NAVI, Heimdall, Medusa, entre outras — hoje usadas por mais de 3500 supervisores no BCE e nas autoridades nacionais para consultar dados, modelar risco e avaliar gestores bancários, com mais de 40 novos usos já identificados.
DE712No final de 2019, a supervisão bancária europeia sob o Banco Central Europeu (BCE) começou a construir a sua própria tecnologia de supervisão em vez de depender apenas da revisão manual dos relatórios submetidos pelos bancos — um esforço organizado em torno de um SupTech Hub dedicado.
Ao longo dos três anos seguintes, o Hub desenvolveu 14 aplicações e plataformas atualmente utilizadas por mais de 3.500 pessoas no BCE e nas autoridades nacionais de supervisão bancária da área do euro. As ferramentas nomeadas incluem uma ferramenta de consulta em linguagem natural que permite aos supervisores sem competências de programação extrair dados específicos do "data lake" interno do BCE; a Athena, que traduz e analisa documentos de supervisão e cobertura mediática externa; a GABI, que gera e otimiza modelos estatísticos/de regressão em grande escala; a NAVI, que desenha diagramas de rede das estruturas de propriedade e interdependências entre bancos supervisionados; a Heimdall, que processa grandes volumes de informação para apoiar avaliações de idoneidade ("fit and proper") de gestores bancários; e a Medusa, que verifica a consistência de relatórios elaborados após investigações de modelos internos.
Em 2024, o BCE tinha identificado mais de 40 potenciais utilizações adicionais de IA generativa na supervisão bancária. O banco descreve a sua abordagem como "human-in-the-loop": os supervisores leem o contexto, avaliam o conteúdo gerado por IA e fornecem feedback que alimenta um processo de melhoria iterativo, em vez de deixar os modelos tomarem decisões de supervisão diretamente.
As fontes analisadas documentam a adoção e utilização em escala real — aplicações construídas, utilizadores servidos, casos de uso catalogados — mas não publicam métricas independentes sobre resultados como tempo poupado, erros evitados ou riscos detetados mais cedo graças às ferramentas, nem um mecanismo público de auditoria sobre a sua utilização.
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