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Good practice

Cooperativas de Óleo de Argan Geridas por Mulheres — Meios de Vida Verdes Inclusivos na Reserva da Biosfera Argan da UNESCO, Marrocos (1996–presente)

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Mais de 100 cooperativas de argan geridas por mulheres no Marrocos oferecem autonomia financeira a mulheres amazigue desde 1996; um estudo com 829 famílias confirmou 127–582% maior probabilidade de rendimento, com ressalvas sobre captura por intermediários.

100+ cooperatives
Cooperativas criadas (as of 2025)
127-582 %
Probabilidade superior de auferir rendimento, membros de cooperativas (study period)
829 surveys
Agregados familiares/inquéritos amostrados (study period)
54 communities
Comunidades amostradas (study period)
1 USD billion+ annually
Valor do mercado global de cosméticos de argão (n.d.)
Cooperativas de Óleo de Argan Geridas por Mulheres — Meios de Vida Verdes Inclusivos na Reserva da Biosfera Argan da UNESCO, Marrocos (1996–presente)

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
Women's Argan Oil Cooperatives Network (FIMARGANE), Morocco
Período
1996–present
Palavras-chave
green economy, women's cooperatives, agroforestry, financial inclusion, fair trade

Contexto

As cooperativas de óleo de argão geridas por mulheres surgiram na região de Souss-Massa, em Marrocos, em meados da década de 1990, com o apoio inicial do IFAD e de agências governamentais marroquinas, formalizando o papel tradicional das mulheres amazigues rurais no processamento da noz de argão, no interior da Reserva da Biosfera do Argão da UNESCO, com 2,5 milhões de hectares (designada em 1998).

Objetivos

Formalizar o emprego e o rendimento das mulheres no processamento do argão, disponibilizar programas de alfabetização, acesso a serviços financeiros e reconhecimento do estatuto profissional na cadeia de abastecimento global de cosméticos de argão.

Atividades

Mais de 100 cooperativas criadas até 2025, oferecendo emprego formal, programas de alfabetização financiados pelas receitas das cooperativas e acesso a serviços financeiros.

Resultados

Um estudo de métodos mistos, avaliado por pares, com 829 inquéritos selecionados aleatoriamente em 54 comunidades, concluiu que a participação em cooperativas está associada a uma probabilidade 127-582% superior de as mulheres auferirem rendimento, juntamente com melhorias na segurança alimentar, no acesso a medicamentos, no acesso à educação e nas taxas de poupança.

Conclusões

A mesma avaliação, revista por pares, assinalou dimensões de efeito reduzidas e uma confiança metodológica limitada; o controlo do comércio do argão tem vindo a deslocar-se progressivamente para grandes intermediários que abastecem multinacionais de cosméticos, captando grande parte da margem e limitando os ganhos líquidos de rendimento das mulheres.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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