University of Sydney 'two-lane' assessment for the AI era
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A Crowdmark, plataforma de correção fundada em Toronto, digitaliza a correção de exames com ferramentas de comentários em massa e análises. Após um piloto de um ano, a Universidade de Waterloo adotou-a em todo o campus por concurso público; estudos de caso do fornecedor relatam correção mais rápida, mas os maiores números de poupança de tempo são autopublicados, sem auditoria independente.
A Crowdmark é uma plataforma de avaliação e correção online fundada em 2012 em Toronto pelo professor de matemática da Universidade de Toronto, James Colliander, e por Martin Muñoz. Permite que os professores digitalizem ou recolham trabalhos digitais dos estudantes e depois corrijam pergunta a pergunta em toda uma turma de uma só vez, reutilizem comentários de uma biblioteca partilhada e exportem análises sobre o desempenho item a item.
A Universidade de Waterloo testou a Crowdmark durante cerca de 12 meses antes de realizar um processo público de pedido de propostas; selecionou a Crowdmark em julho de 2015 e agora disponibiliza-a gratuitamente aos professores em todo o campus, integrada com o sistema de gestão de aprendizagem da universidade e com o software de logística de exames Odyssey. O Centro de Excelência no Ensino de Waterloo publica a sua própria página de orientação recomendando a ferramenta e citando uma redução aproximada de 50% no tempo de correção, além de feedback mais rápido e correção mais consistente entre equipas de vários assistentes de ensino.
Separadamente, o estudo de caso publicado pela própria Crowdmark relata que as equipas de correção da Northwestern University (21.000 estudantes, incluindo departamentos de Economia, Matemática, Física, Química e Psicologia) pouparam aproximadamente 16.660 horas de tempo de correção, uma redução de cerca de 40%, além de menos pedidos de recorreção atribuídos a um feedback mais rico e rápido. Estes números principais têm origem em estudos de caso publicados pelo fornecedor e em testemunhos de docentes identificados, e não num ensaio auditado de forma independente ou revisto por pares, pelo que devem ser lidos como ilustrativos e não como prova causal. A própria orientação de Waterloo é franca ao afirmar que a adoção tem custos reais: os exames em papel continuam a exigir digitalização, os assistentes de ensino precisam de formação para corrigir de forma consistente, e a submissão digital tende a aumentar as expectativas dos estudantes quanto ao detalhe do feedback.
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