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Active Bystander Communities — o primeiro programa comunitário de intervenção de espectadores do Reino Unido contra a violência doméstica

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Um programa de formação de espectadores com três sessões, testado com 70 membros da comunidade em Exeter, Torquay e Gloucester, produziu reduções amplas, estatisticamente significativas e duradouras na aceitação de mitos sobre violência doméstica, publicado na BMC Public Health (2020).

Active Bystander Communities — o primeiro programa comunitário de intervenção de espectadores do Reino Unido contra a violência doméstica

Detalhes

Promotor
University of Exeter Law School, with Public Health England, Bristol City Council, Devon County Council, Splitz Support Service and the Hollie Gazzard Trust
Período
2018–2020 (pilot and peer-reviewed evaluation); ongoing delivery via Kindling Interventions
Palavras-chave
public health, domestic violence prevention, community education, bystander training

Descrição

O Active Bystander Communities (ABC) adapta um currículo universitário de intervenção de espectadores, o Intervention Initiative, para o público em geral. Encomendado pelo Conselho Municipal de Bristol e desenvolvido pela Dra. Rachel Fenton, da Faculdade de Direito da Universidade de Exeter, em conjunto com a Public Health England, o Conselho do Condado de Devon, o Splitz Support Service e a Hollie Gazzard Trust, o ABC oferece três sessões de duas horas, conduzidas por facilitadores, combinando vídeo, dramatização e aprendizagem ativa, para ensinar os residentes a reconhecer e interromper com segurança situações de violência e abuso doméstico.
Uma avaliação por pares publicada em 2020 na BMC Public Health testou o programa com 70 adultos (58 completaram as medições antes/depois, 36 foram acompanhados aos 4 meses), recrutados a partir de organizações comunitárias em Exeter, Torquay e Gloucester. Com recurso a escalas psicométricas validadas, o estudo encontrou melhorias amplas e estatisticamente significativas (p<0,0001; d de Cohen = 0,83–1,24) na rejeição de mitos sobre violência doméstica, na autoeficácia como espectador, na intenção comportamental e no conhecimento da lei, mantidas — e em várias medidas reforçadas — no acompanhamento aos quatro meses, com efeitos de reação mínimos (2–3%).
A evidência publicada corresponde a um estudo-piloto de braço único, antes/depois, com uma amostra pequena (n=58–70) e sem grupo de controlo aleatorizado, e não existem dados publicados de custo-eficácia ou de incidência de violência doméstica ao nível da população; os autores descrevem os resultados psicométricos como indicadores reconhecidos de comportamento, e não como medidas diretas de abuso evitado. O modelo foi entretanto comercializado para distribuição mais ampla através da Kindling Interventions, mas não foi publicada evidência independente dessa expansão.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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