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Boa prática Importada

Green Dot — Estratégia de Formação de "Bystanders" Contra a Violência Sexual e no Namoro, Escolas Secundárias do Kentucky

Estados Unidos da América · Lexington · Ver o perfil de Estados Unidos da América

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Um ensaio controlado e aleatorizado por conglomerados, financiado pelo CDC, em 26 escolas secundárias do Kentucky, verificou que o modelo de formação de testemunhas ativas ("bystanders") do Green Dot reduziu a violência sexual, a violência no namoro e o assédio persistente face a escolas de controlo, embora os efeitos variassem consoante o indicador e o género dos alunos.

Detalhes

Promotor
University of Kentucky Center for Research on Violence Against Women; disseminated nationally by Alteristic
Período
2006–present (high-school cluster-RCT: 2010–2014)
Palavras-chave
education, public health, violence prevention, youth

Descrição

O Green Dot é uma estratégia de formação de testemunhas ativas ("bystanders") para prevenir a violência sexual, a violência no namoro/doméstica e o assédio persistente, criada em 2006 pela Dr.ª Dorothy Edwards no Centro de Intervenção e Prevenção da Violência da Universidade do Kentucky. O modelo forma uma massa crítica de alunos (inicialmente em campi universitários, mais tarde em escolas secundárias) para reconhecer situações de alto risco ("pontos vermelhos") e intervir através de ação direta, distração ou delegação ("pontos verdes"), combinando uma sessão geral para toda a escola com oficinas intensivas em pequenos grupos para alunos com influência entre pares.
A evidência mais sólida provém de um ensaio controlado e aleatorizado por conglomerados, financiado pelos CDC, em 26 escolas secundárias do Kentucky (13 de intervenção, 13 em lista de espera como controlo), com inquéritos anuais aos alunos entre 2010 e 2014 (89.707 inquéritos preenchidos no total). Coker et al. (2017, American Journal of Preventive Medicine) registaram menos casos de violência sexual, assédio sexual, perseguição e violência no namoro nas escolas de intervenção do que nas de controlo nos Anos 3–4 de implementação plena, e o repositório CrimeSolutions do National Institute of Justice dos EUA classifica de forma independente o programa como "Promissor".
A evidência não é uniforme: os resultados sobre vitimização foram estatisticamente mais fracos do que os de perpetração, e o CrimeSolutions nota que as reduções significativas na perpetração se concentraram entre as alunas, sem diferença significativa detetada para os alunos em algumas medidas. Não foram encontrados dados sobre custo-eficácia.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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