UNESCO x Technovation Idea Lab — Construção de Modelos de IA para Raparigas em todo o Paquistão
Paquistão
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Desde 2019, a organização sem fins lucrativos AI-for-Equity realiza aulas online de programação e ética em IA, associando raparigas de Dhaka (15+) a mentores estudantes dos EUA; reportagens independentes indicam que 60-80% das graduadas que entram na universidade escolhem áreas STEM.
A AI-for-Equity (AIE), fundada pela cientista de dados Farhana Faruqe, gere um programa gratuito e online de IA e programação para raparigas no Bangladeche, coordenado a partir de Dhaka. Desde a sua primeira turma em 2019 — cerca de 20 raparigas com 15 anos ou mais, inicialmente contactadas através de uma escola privada feminina — o programa continua numa base contínua, associando estudantes bangladeshianas a mentoras estudantes nos Estados Unidos, apesar de um fuso horário de 12 horas.
O currículo começa com o Scratch do MIT para construir bases de pensamento computacional, avançando depois para Python e conceitos aplicados de IA, com a ética em IA integrada ao longo de todo o percurso e não como um complemento. As participantes não precisam de conhecimentos técnicos prévios; o programa continua a funcionar apesar de restrições logísticas, como o facto de as estudantes dependerem de computadores portáteis partilhados com os pais.
Reportagens independentes da School of Data Science da Universidade da Virgínia — não materiais da própria AIE — indicam que 60-80% das graduadas do programa que ingressaram na universidade optaram por áreas STEM, enquadrando o programa face ao facto de apenas 2% das mulheres no Bangladeche terem competências básicas de TIC. Não foi encontrada nenhuma avaliação independente com metodologia descrita (por exemplo, um grupo de comparação), pelo que o valor de adesão a áreas STEM deve ser lido como um resultado autorrelatado por antigas alunas, transmitido através de jornalismo independente, e não como um estudo de impacto formal.
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