Programa de Transferência de Tecnologia de mRNA da OMS — A Rede de Vacinas em Cadeia de Afrigen na Cidade do Cabo
África do Sul
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Engenheiros da Universidade de Makerere criaram a AirQo em 2015 para colmatar a lacuna de dados de qualidade do ar em África com sensores solares baratos. Hoje tem 200+ monitores em 4 cidades, com 4,3M USD da Google.org, alimentando investigação revista por pares.
A AirQo foi fundada em 2015 na Faculdade de Informática e Ciências da Informação da Universidade de Makerere, em Kampala, Uganda, pelo engenheiro Bainomugisha e colegas, para colmatar a quase total ausência de monitorização da qualidade do ar ao nível do solo na maioria das cidades africanas.
A equipa concebeu as suas próprias unidades sensoras de baixo custo (cerca de 150 dólares cada, com sensores de partículas PMS5003 duplos), construídas para funcionar com energia solar ou bateria e resistir à poeira, ao calor e à conectividade instável. A rede cresceu de um projeto-piloto em Kampala para mais de 200 sensores instalados em Kampala, Nairobi, Lagos e Acra, apoiada por 4,3 milhões de dólares da Google.org, que distinguiu a AirQo como 'Leader to Watch'.
As leituras da AirQo sustentam investigação revista por pares, incluindo estudos publicados na Environmental Science: Atmospheres que documentam concentrações mensais de PM2.5 de 60 a 100 µg/m³ em Kampala — várias vezes acima dos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde — e análises sobre o efeito dos confinamentos da COVID-19 na poluição atmosférica local.
A iniciativa continua substancialmente dependente de doadores e subsídios (principalmente Google.org e financiamento de investigação) em vez de estar integrada em orçamentos públicos recorrentes, um risco de sustentabilidade comum a redes de sensores cívicos; as fontes públicas documentam o uso dos dados em investigação, mas ainda não uma política governamental específica formalmente adotada em resultado direto das leituras da AirQo.
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