Girls Who Code — A Reduzir o Fosso de Género em Informática Através de Programas de Verão
Estados Unidos da América
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Desde 2010, a AkiraChix, sediada em Nairobi, forma jovens mulheres de comunidades carenciadas da África Oriental em desenvolvimento de software através do seu programa residencial codeHive; taxas de conclusão próximas de 90% e colocação entre 74-95% consoante a turma, com salários mensais a subirem várias vezes após a formatura.
A AkiraChix é uma organização sem fins lucrativos sediada em Nairobi, fundada em abril de 2010 por quatro mulheres tecnólogas para reduzir a disparidade de género no setor tecnológico no Quénia. Atualmente gere o codeHive, um programa residencial de um ano, totalmente subsidiado, em desenvolvimento de software, gestão de produto e design digital, destinado a mulheres dos 18 aos 24 anos provenientes de contextos com poucos recursos em toda a África Oriental.
O relatório de impacto de 2022 da AkiraChix indica uma taxa de graduação de 90% e uma taxa de colocação profissional de 74% (59% em cargos a tempo inteiro, com remunerações até cerca de 833 dólares americanos por mês); o acompanhamento da turma de 2020 registou uma taxa de colocação de 95%, com salários mensais médios a subir de cerca de 100 para 350 dólares americanos. A GitLab Foundation regista mais de 500 diplomadas acumuladas do codeHive e projeta uma taxa de colocação de 80% para a turma de 2025 que financia, com um aumento estimado de cinco vezes no rendimento ao longo da vida.
As afirmações quantitativas mais fortes - taxas de colocação e variações salariais - são autorreportadas nos próprios relatórios de impacto anuais da AkiraChix, e não auditadas de forma independente, e os valores de colocação variam de forma notória entre turmas (74% a 95%), pelo que as comparações ano a ano devem ser lidas com alguma cautela.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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