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Girls Who Code — A Reduzir o Fosso de Género em Informática Através de Programas de Verão

Estados Unidos da América · New York City · Ver o perfil de Estados Unidos da América

A Girls Who Code organiza programas de verão nos EUA que ensinam programação a raparigas do secundário. Um estudo independente do AIR apurou que as participantes tinham 11 a 13 pontos percentuais mais probabilidade de escolher informática como área de estudo.

13.2 percentage points
Participantes do SIP com maior probabilidade de declarar uma licenciatura em informática face ao grupo de comparação emparelhado (2020–2021 cohort)
11.5 percentage points
Participantes do SPP com maior probabilidade de declarar uma licenciatura em informática face ao grupo de comparação emparelhado (2020–2021 cohort)
37%
Percentagem de mulheres em licenciaturas de informática nos EUA (1995)
22%
Percentagem de mulheres em licenciaturas de informática nos EUA (2022)
Girls Who Code — A Reduzir o Fosso de Género em Informática Através de Programas de Verão

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
Girls Who Code
Período
2012–present
Palavras-chave
technology education, computer science, youth development, digital skills

Contexto

A nível nacional, a percentagem de mulheres em licenciaturas de informática nos EUA caiu de 37% em 1995 para 22% em 2022 — o contexto que a Girls Who Code, uma organização sem fins lucrativos dos EUA fundada em 2012, se propõe combater, reduzindo o fosso de género na informática.

Atividades

A Girls Who Code organiza programas gratuitos Summer Immersion (SIP) e Self-Paced (SPP), ensinando programação, pensamento computacional e exposição a carreiras a raparigas e estudantes não binários do ensino secundário.

Resultados

O American Institutes for Research (AIR) realizou uma avaliação catalogada a nível federal (ERIC ED647331), comparando participantes do SIP e do SPP virtuais de 2020-2021 com um grupo de comparação emparelhado. Verificou-se que os participantes do SIP e do SPP tinham, respetivamente, 13,2 e 11,5 pontos percentuais mais probabilidade de declarar uma licenciatura relacionada com informática, com efeitos positivos consistentes entre participantes brancos, negros e hispânicos/latinos, e entre os que não tinham experiência prévia em informática.

Conclusões

A avaliação abrange coortes de programas virtuais durante o período pandémico e mede a intenção de se licenciar em informática, e não a conclusão do curso ou a entrada no mercado de trabalho, pelo que os resultados a mais longo prazo e em formato presencial não são diretamente demonstrados por este estudo.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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