Start-Up Brasil — o acelerador nacional de startups do Brasil (2013–2019)
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Visto de trabalho remoto de 12 meses lançado em 2020 ao abrigo do Remote Employment Act. Até abril de 2024, 5.164 candidaturas e mais de 6 milhões de dólares em receita — mas só cerca de um terço dos aprovados chegou a ativar o visto.
O Barbados Welcome Stamp é um visto de trabalho remoto de 12 meses criado ao abrigo do Remote Employment Act de 2020 e anunciado pela Primeira-Ministra Mia Mottley em junho de 2020. Permite que trabalhadores remotos não barbadianos com rendimentos de pelo menos 50.000 dólares por ano (e as suas famílias) vivam em Barbados durante um ano, isentos de imposto sobre rendimentos estrangeiros, mediante uma taxa não reembolsável de 2.000 dólares por indivíduo ou 3.000 dólares por família, paga após aprovação.
Segundo dados do Departamento de Imigração de Barbados citados pelo Barbados Today (25 de outubro de 2025) e pelo Ministério do Turismo (30 de abril de 2024), o programa tinha recebido 5.164 candidaturas e aprovado 3.058 até abril de 2024, atraindo candidatos de 136 nacionalidades (lideradas por EUA, Reino Unido, Canadá, Nigéria e Índia) e gerando pelo menos 6 milhões de dólares em receita de taxas de visto desde 2020.
Os mesmos dados do Departamento de Imigração revelam uma grande diferença entre aprovação e utilização efetiva: de 2.897 candidaturas aprovadas entre 2020 e 2023, 1.516 candidatos aprovados nunca pagaram a taxa e mais 375 pagaram mas nunca ativaram o visto, deixando apenas cerca de 1.007 que efetivamente chegaram e se instalaram — cerca de um terço dos aprovados. Não existe qualquer avaliação independente do impacto económico do programa; uma análise de 2021 do UNDP Accelerator Lab descreveu o tema como levantando 'mais perguntas do que respostas' em vez de oferecer uma avaliação rigorosa, e as estimativas de receita turística amplamente citadas (por exemplo, 100 milhões de dólares) são afirmações do setor não auditadas, e não valores verificados pelo governo.
Barbados foi um dos primeiros estados das Caraíbas a formalizar um visto autónomo de trabalho remoto, e o seu governo continua a publicar estatísticas detalhadas de utilização anos após o lançamento — um nível de transparência contínua raro entre programas comparáveis, ainda que todos os dados subjacentes tenham origem numa única fonte governamental.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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