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O MCTI/Softex do Brasil geriu o Start-Up Brasil (2013-2019), um acelerador nacional com subvenções não reembolsáveis de R$200 mil e até 25% das vagas reservadas a fundadores estrangeiros. As primeiras turmas reportaram R$34,7 milhões investidos e mais de 1.200 empregos, mas o programa parece inativo desde cerca de 2019.
O Start-Up Brasil (Programa Nacional de Aceleração de Startups) foi lançado em novembro de 2012 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil, operado pela Softex, com os primeiros ciclos de aceleração a decorrer a partir de 2013.
Acelerar startups através de subvenções não dilutivas de I&D, mentoria e ligações a investidores, reservando até 25% das vagas por ciclo a equipas fundadoras internacionais como mecanismo de atração de talento (embora não estivesse associado ao programa nenhum processo acelerado de visto/imigração).
O MCTI/Softex qualificava aceleradoras privadas através de concurso público; essas aceleradoras selecionavam depois startups duas vezes por ano para subvenções até R$200,000, até 12 meses de aceleração, mentoria e ligações a investidores.
A primeira turma ("Turma 01", nov. 2014) apoiou 45 startups (38 brasileiras, 7 estrangeiras); o seu investimento público de R$7.7 million ajudou a atrair R$9.63 million em capital privado, com as startups participantes a reportar um crescimento de receita de 139% e um crescimento de pessoal de 63% (jan.-ago. 2014). Entre 2013-2015, os próprios relatórios do MCTI indicam que foram apoiadas 183 startups de 17 estados brasileiros e 13 países, com R$34.7 million investidos pelo MCTI a mobilizar aproximadamente R$103 million em investimento privado e mais de 1,200 postos de trabalho diretos. Foi lançado um novo edital de financiamento de R$9.7 million em agosto de 2017.
Não foi encontrada nenhuma avaliação académica independente nem auditoria governamental do Start-Up Brasil. Múltiplas pesquisas sobre editais federais brasileiros ativos de aceleração de startups para 2024-2026 identificaram apenas outros programas, mais recentes, e não o Start-Up Brasil; a última notícia concreta sobre o programa data de 2019. Não foi encontrado nenhum decreto formal de encerramento, pelo que o programa parece estar dormente em vez de formalmente encerrado — um caso de cautela de um programa de talento com orientação internacional que perdeu ímpeto após aproximadamente 2019.
National / regional programmes
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