Lei do Senegal sobre Paridade de Género Absoluta em Órgãos Eleitorais 2010 (Lei 2010-11)
Senegal
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Os Estados Federados da Micronésia (FSM) foram o último país do Pacífico a nunca ter eleito uma mulher para o parlamento nacional, até a vitória da Dra. Perpetua Sappa Konman numa eleição intercalar em 2021. O projeto da PNUD de reforço dos mecanismos de género da FSM apoia agora a defesa de políticas e os meios de subsistência das mulheres em quatro estados.
Até 2021, os Estados Federados da Micronésia (FSM) eram o único país do Pacífico que nunca tinha eleito uma mulher para o seu Congresso nacional. Entre 2011 e 2021, oito mulheres candidataram-se ao Congresso sem sucesso. Em 29 de novembro de 2021, os eleitores do distrito de Southern Namoneas, em Chuuk, elegeram a Dra. Perpetua Sappa Konman — médica com mais de 30 anos de experiência — numa eleição especial realizada após a morte do seu marido, o então congressista Derensio S. Konman. Antes de se candidatar, procurou e obteve o apoio de legisladores masculinos do distrito, de responsáveis municipais e de líderes tradicionais, tendo sido reeleita nas eleições gerais de março de 2023, altura em que, pela primeira vez na história da região, mulheres passaram a ocupar assentos nos parlamentos nacionais de todas as jurisdições do Pacífico.
Paralelamente a este marco político, o Gabinete do PNUD para o Pacífico e o Governo da FSM gerem em conjunto o projeto de Reforço dos Mecanismos de Género da FSM, financiado através da janela da Commonwealth do Fundo de Parceria para o Desenvolvimento Índia-ONU. O projeto opera nos quatro estados da FSM — Pohnpei, Chuuk, Kosrae e Yap — trabalhando com o Departamento de Saúde e Assuntos Sociais na defesa de políticas de género, em atividades de geração de rendimento e valorização económica para as mulheres, e no acesso a infraestruturas de pequena escala, incluindo instalações de água e saneamento, como sanitários com autoclismo, identificadas pelas comunidades como barreiras prioritárias à autonomia das mulheres.
Como sinal adicional de dinamismo regional, o 25.º Fórum das Ilhas da Micronésia, em Pohnpei, aprovou o desenvolvimento do primeiro quadro regional de igualdade de género da Micronésia, tornando esta sub-região a primeira do Pacífico a avançar com um quadro partilhado deste tipo.
As evidências desta prática são honestas, mas limitadas: não foram encontrados, em fontes públicas, dados agregados sobre beneficiários, valores orçamentais ou avaliações de resultados do projeto de Mecanismos de Género, pelo que a sua relevância assenta sobretudo no bem documentado marco de representação política, e não em resultados de programa mensurados. O percurso de Konman até ao cargo também dependeu fortemente da rede política do seu falecido marido e do aval de líderes tradicionais — uma via pouco convencional e não claramente replicável, que as próprias fontes assinalam como uma lição a retirar, e não como um modelo a seguir por futuras candidatas.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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