Ask Viamo Anything — Inteligência Artificial Generativa por Voz para Utilizadores de Telemóveis Básicos na Zâmbia
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Desde o lançamento na Guatemala em 2017, a plataforma gratuita Conectadas, da operadora Tigo, ensina competências digitais e de literacia financeira a mulheres que não podem frequentar aulas presenciais; regista mais de 100.000 mulheres formadas em El Salvador, mais de 50.000 na Guatemala e mais de 10.000 nas Honduras.
A Conectadas é uma plataforma gratuita e de ritmo próprio para o desenvolvimento de competências digitais, lançada pela Millicom (que opera como Tigo na América Latina) na Guatemala em 2017, tendo sido alargada nesse mesmo ano a El Salvador e à Colômbia, depois à Bolívia (2018), ao Panamá, ao Paraguai, às Honduras e à Costa Rica (2019), e à Nicarágua (2020). Destina-se a mulheres que não podem frequentar formação presencial por motivos de trabalho, cuidado de filhos ou por viverem em zonas remotas e rurais, disponibilizando módulos através de uma aplicação web pensada primeiro para o telemóvel, em vez de uma sala de aula física.
O currículo abrange utilização básica da internet, gestão de finanças pessoais, ferramentas digitais para pequenos negócios e, em versões posteriores, ferramentas digitais móveis e competências em redes sociais para empreendedorismo. A Tigo desenvolveu o programa com parceiros como o Economic Competitiveness Project da USAID, a fundação empresarial salvadorenha FUNDEMAS, o Banco Agrícola, a Fedecrédito, a ONU Mulheres e a Grameen Foundation, que trouxeram experiência em inclusão financeira e programas de género para o desenho da iniciativa.
No momento do anúncio de relançamento regional da Tigo, a empresa reportava mais de 100.000 mulheres formadas em El Salvador, mais de 50.000 na Guatemala e mais de 10.000 nas Honduras, com mais de 560.000 mulheres formadas no conjunto dos nove países onde a plataforma opera, e uma média superior a 150.000 mulheres formadas por ano em toda a região. Estes são números de participação divulgados pela própria operadora, e não uma avaliação independente das competências adquiridas ou dos resultados económicos, não tendo sido possível confirmar nenhum estudo de impacto de terceiros junto de uma fonte primária.
Como programa corporativo de inclusão digital, os números de alcance da Conectadas estão bem documentados nas próprias divulgações da empresa e na cobertura independente da imprensa tecnológica, mas — como acontece na maioria dos programas de literacia digital liderados por operadoras de telecomunicações — não existem dados públicos sobre quantas participantes concluíram os módulos, em vez de apenas se terem inscrito, nem sobre resultados pós-formação como emprego ou variação de rendimento.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
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