GSEZ Nkok — a primeira zona económica especial do Gabão e o seu motor de diversificação pós-petróleo
Gabão
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A zona franca principal do Djibuti passou de 21 para mais de 367 empresas em operação em seis anos, com isenção fiscal total, segundo duas fontes independentes da imprensa comercial — mas a meta original de 350 mil empregos continua longe de ser documentada.
A Zona Franca Internacional do Djibouti (DIFTZ) é uma zona económica especial no Corno de África, desenvolvida e operada pela Autoridade Portuária e de Zonas Francas do Djibouti, uma entidade estatal, inaugurada a 5 de julho de 2018 como um projeto-piloto de 240 hectares dentro de uma zona planeada de 4.800 hectares.
A zona foi concebida para atrair empresas de logística, comércio em entreposto aduaneiro e apoio empresarial, isentas de impostos sobre lucros, rendimentos e valor acrescentado, no âmbito de um plano de desenvolvimento mais amplo de 3,5 mil milhões de dólares ao longo de dez anos, destinado a tornar a DIFTZ na maior zona franca de África.
A fase piloto arrancou com um investimento inicial de 370 milhões de dólares, e em 2024 o governo ajustou o quadro regulatório da zona para a tornar mais atrativa a capital privado de longo prazo.
A zona cresceu de 21 empresas em funcionamento no lançamento em 2018 para mais de 367 empresas em 2024 — um aumento de cerca de dezassete vezes em seis anos — segundo dois relatos independentes da imprensa especializada em comércio.
As evidências são mais sólidas quanto ao número de empresas do que quanto a empregos ou benefícios locais: a documentação original do projeto previa até 350.000 empregos na primeira década da zona, uma meta que permanece muito distante da realidade documentada, e as fontes disponíveis não reportam dados sobre a proporção de emprego, salários ou transferência de competências para cidadãos do Djibouti dentro da zona.
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