O Fórum de Negócios e Política da Finlândia (EVA) informou em fevereiro que a representação de mulheres na gestão superior e média de empresas, administração e organizações aumentou 0,7 pontos percentuais para 37,5 por cento entre 2019 e 2020.
A representação está em um nível máximo, próximo ao que pode ser considerado o limite inferior para igualdade – 40 por cento.
Por que é uma boa prática: A Finlândia continua a ficar atrás de Letónia (46,2%), Suécia (43,1%), Bulgária (42,4%), Estados Unidos (42,3%), Polónia (41,4%) e Islândia (38,6%). A média da OCDE para representação feminina em gestão superior e média era de 33,6 por cento, de acordo com ILOSTAT, o portal de estatísticas central da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A ascensão de mulheres a posições de liderança tem sido mais constante na Suécia do que na Finlândia. Na Finlândia, a proporção de posições de liderança ocupadas por mulheres diminuiu cinco vezes em relação ao ano anterior na última década, mais recentemente de 34,1 para 31,4 por cento entre 2016 e 2017.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.