O Miami Conservancy District (MCD), agência de controlo de cheias e de bacias hidrográficas em Dayton, Ohio, iniciou em 2004, como piloto e com a concordância da Ohio EPA, um programa de comércio de créditos de qualidade da água na bacia do Great Miami River. Os operadores de tratamento de águas residuais sujeitos a limites de nutrientes podem comprar créditos gerados por produtores agrícolas que adotam voluntariamente práticas de conservação aprovadas que reduzem o escoamento de azoto e fósforo.
O MCD indica que, até dezembro de 2015, o piloto contratou 467 projetos agrícolas, gerou mais de 1,14 milhões de créditos, comprometeu mais de 1,76 M$ com produtores e estimou uma redução de 626 toneladas de descargas de nutrientes ao longo da vida dos projetos. Técnicos dos Soil and Water Conservation Districts inspecionam os projetos no terreno. Os custos projetados pelo MCD para reduções semelhantes eram cerca de 37,8 M$ em práticas agrícolas contra cerca de 422,5 M$ em remoção biológica de nutrientes nas estações de tratamento.
Ressalvas: as reduções e poupanças são estimativas e projeções do programa, não resultados auditados de forma independente. Uma revisão da EPA assinalou incerteza no cálculo das reduções de fontes difusas, uma razão de comércio de 3:1 e verificação de apenas 5-10 % dos créditos, e um quadro de revisão indicava poucas ou nenhumas transações concluídas. O próprio MCD afirma que os números publicados descrevem o piloto histórico até 2015, não a atividade anual atual.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.