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Movimento Cinturão Verde — Reflorestamento Liderado por Mulheres e Governança Ambiental, Quénia (1977–presente)

Quénia · Nairobi · Ver o perfil de Quénia

Fundada em 1977 por Wangari Maathai, Prémio Nobel, o Movimento Cinturão Verde mobilizou mulheres rurais quenianas para plantar 51 milhões de árvores em África, restaurando terras e gerando rendimento para mais de 30 000 mulheres formadas em viveiros e liderança cívica.

51 million+
Árvores plantadas (1977–2024 (47 years))
30,000+
Mulheres formadas em silvicultura, processamento de alimentos, apicultura e governação cívica
510 million+
Total cumulativo atual de árvores plantadas (autodeclarado pelo GBM, não verificado)
Movimento Cinturão Verde — Reflorestamento Liderado por Mulheres e Governança Ambiental, Quénia (1977–presente)

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
Green Belt Movement
Período
1977–present
Palavras-chave
reforestation, women's empowerment, ecosystem restoration, environmental governance, civic education

Contexto

O Green Belt Movement (GBM) foi fundado em 1977 pela Professora Wangari Maathai sob a alçada do National Council of Women of Kenya, começando com sete mudas no Dia Mundial do Ambiente. O GBM recrutou mulheres rurais para criar viveiros comunitários de árvores, pagando um pequeno subsídio por muda que sobrevivesse à inspeção.

Objetivos

A abordagem associou explicitamente a restauração ecológica à paz, aos direitos democráticos e ao empoderamento das mulheres — um raciocínio que o Comité do Prémio Nobel da Paz reconheceu em 2004, ao atribuir a Maathai o Prémio Nobel da Paz por um trabalho que simboliza a paz através da responsabilidade ambiental, do desenvolvimento sustentável e da democracia.

Atividades

Para além da plantação de árvores, o GBM investiu em educação cívica e formação em liderança, dotando as mulheres de competências em silvicultura, processamento de alimentos, apicultura e governação democrática. Através da Pan African Green Belt Network, o modelo foi formalmente replicado na Etiópia, no Uganda, na Tanzânia e na República Democrática do Congo.

Resultados

Ao longo de 47 anos, o modelo mobilizou centenas de milhares de mulheres para plantar mais de 51 milhões de árvores, e mais de 30 000 mulheres receberam formação. O EcoTipping Points Project realizou um estudo de caso independente e aprofundado, documentando a estabilização do solo, a recuperação do lençol freático e a restauração da biodiversidade nas áreas de projeto do GBM.

Conclusões

Após a morte de Maathai em 2011, o GBM passou por uma reestruturação de governação e continua a operar. Os dados oficiais atuais indicam mais de 510 milhões de árvores em toda a África, através de atividades diretas e de rede, um número que o próprio texto-fonte assinala como carecendo de verificação independente, ainda que indique uma escala continuamente significativa.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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