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Iniciativa Jovens Homens — Educação Transformadora de Género para Rapazes, Belgrado e Balcãs Ocidentais

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O currículo de género em contexto escolar da CARE International chegou a rapazes em toda a região ocidental dos Balcãs e produziu ganhos em atitudes de igualdade de género em alguns locais, mas os próprios avaliadores não encontraram evidência consistente de que isso se tenha traduzido em redução da violência.

Iniciativa Jovens Homens — Educação Transformadora de Género para Rapazes, Belgrado e Balcãs Ocidentais

Detalhes

Promotor
CARE International Balkans, with Promundo and the International Center for Research on Women (ICRW)
Período
2006–2013 (Phases I–II); programme reported still active in 2020
Palavras-chave
education, youth work, gender norms, violence prevention

Descrição

A Iniciativa Jovens Homens (Young Men Initiative, YMI) é um programa escolar de transformação das normas de género para adolescentes do sexo masculino, coordenado pela CARE International Balkans, com um currículo ("o Manual M") adaptado do Programa H da Promundo, combinado com a campanha de marketing social "Budi Muško" ("Sê um Homem"), acampamentos juvenis e clubes escolares. A investigação formativa decorreu entre 2006 e 2007, com um projeto-piloto na Bósnia e Herzegovina, Croácia e Sérvia entre 2007 e 2010, mais tarde expandido ao Kosovo, Montenegro, Albânia e Macedónia do Norte.
Uma avaliação quase-experimental do projeto-piloto inquiriu cerca de 2.500 rapazes antes e depois da intervenção em nove locais, encontrando ganhos estatisticamente significativos em atitudes de igualdade de género em quatro dos nove locais. Uma segunda avaliação, da Fase II, realizada pelo International Center for Research on Women ("Be a Man, Change the Rules!", 2014), inquiriu 1.248 rapazes em Belgrado, Sarajevo, Zagreb e Pristina, encontrando ganhos de atitude sobre violência, homofobia e papéis de género, mas sem evidência consistente de mudança comportamental e sem redução mensurável da violência contra pares ou parceiros/as.
Os próprios avaliadores assinalaram limitações: as atitudes face à homofobia mantiveram-se em grande parte inalteradas, alguns locais de avaliação registaram mudanças paralelas nos grupos de controlo (comprometendo a atribuição causal), e a participação assentou em parte na autosseleção voluntária. Ainda assim, o programa prosseguiu durante mais de uma década, com uma fase adicional reportada como ativa em 2020.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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