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Batalhão Invisível — Investigação de Advocacia para a Reforma de Género Militar na Ucrânia

Ucrânia · Kyiv · Ver o perfil de Ucrânia

Investigação da Universidade Kyiv-Mohyla (2015) documentou mulheres em funções de combate sem reconhecimento, impulsionando a lei ucraniana de 2018 que abriu 63 funções militares a mulheres e o voto de 2019 concedendo estatuto de veterana a voluntárias da OAT.

42
Entrevistas aprofundadas realizadas (2015)
<40%
Mulheres entrevistadas que obtiveram um posto de combate formal (2015-16)
63
Categorias de funções de combate abertas às mulheres (2018)
tripled to ~5,000
Oficiais mulheres (by May 2021)
~50,000 (incl. ~10,000 front-line)
Mulheres ao serviço nas forças armadas (September 2022)
Batalhão Invisível — Investigação de Advocacia para a Reforma de Género Militar na Ucrânia

Detalhes

Promotor
Ukrainian Women Veteran Movement; National University of Kyiv-Mohyla Academy; UN Women Ukraine
Período
2015–2019
Palavras-chave
civil society, defence, advocacy, research

Contexto

Invisible Battalion foi um estudo sociológico de 2015 realizado por investigadoras da Academia Kyiv-Mohyla (Tamara Martsenyuk, Anna Kvit, Ganna Grytsenko), coordenado pela ativista Maria Berlinska com o apoio da ONU Mulheres Ucrânia, baseado em 42 entrevistas aprofundadas a mulheres que serviam na Operação Antiterrorista da Ucrânia, documentando que essas mulheres desempenhavam funções de combate embora estivessem formalmente registadas em funções não combatentes, sem reconhecimento legal nem estatuto de veterana.

Resultados

Menos de 40% das mulheres entrevistadas tinham obtido um posto de combate formal e as respetivas proteções legais. A ação de advocacia daí resultante conduziu à Lei de 2018, que abriu 63 categorias de funções de combate às mulheres, e a uma votação parlamentar em outubro de 2019 que concedeu o estatuto de veterana às mulheres voluntárias da Operação Antiterrorista. Até maio de 2021, o número de mulheres nas forças armadas tinha duplicado desde 2013, o número de oficiais mulheres triplicou para cerca de 5000, e o número de cadetes mulheres quase quadruplicou; em setembro de 2022, cerca de 50 000 mulheres estavam ao serviço, incluindo cerca de 10 000 na linha da frente.

Conclusões

A ONU Mulheres documentou esta abordagem — da investigação à ação de advocacia e à legislação — como um modelo replicável para colmatar pontos cegos de género nos setores de segurança em contextos pós-conflito.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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