inDigiMOB — Mentores Digitais Indígenas para Comunidades Remotas
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A operadora A1 e a UNFPA formaram assistentes sociais e lançaram uma rede de voluntários (#ionline) para ensinar smartphone a bielorrussos com 60+ anos, alargando-se às seis regiões em 2021, sem números de alcance publicados.
Partindo de um projeto-piloto apoiado pelo PNUD para mais de 80 idosos na região de Homiel (Gomel) em abril de 2020, a operadora A1 Belarus e o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) formalizaram um programa conjunto de literacia digital em 25 de junho de 2021, dirigido aos pensionistas do país: inquéritos nacionais citados pelos parceiros indicavam que 60% dos pensionistas bielorrussos nunca tinham utilizado um dispositivo digital ou a internet.
O programa produziu um guia em linguagem simples, "Smartphone is easy!" (disponível em papel nas lojas da A1 e online, com uma versão adaptada para pessoas com deficiência), e formou assistentes sociais para ensinarem noções básicas de tecnologia móvel aos seus utentes com base no guia. A A1 criou também uma rede de voluntários corporativos, #ionline, em que colaboradores da empresa dão aulas em formato híbrido (ao vivo e gravadas) sobre utilização prática do smartphone e ética no trabalho com pessoas idosas.
A formação arrancou em Minsk e Vitebsk em 30 de julho de 2021 e, segundo o próprio anúncio da A1, foi alargada às restantes quatro regiões — Moguilev, Brest, Gomel e Grodno — completando a cobertura nacional das seis regiões da Bielorrússia ainda em 2021. A A1 disponibilizou também um tablet Lenovo Tab M10 subsidiado nas suas lojas para apoiar os novos utilizadores formados.
Contexto e ressalvas: apesar de três fontes concordantes (UNFPA, A1 e o piloto anterior apoiado pela UE/PNUD em Homiel), nenhuma divulga o número de idosos ou assistentes sociais efetivamente formados, o número de sessões realizadas ou os montantes de financiamento, e não foi encontrada nenhuma avaliação independente dos resultados de aprendizagem. Nenhuma fonte confirma a continuidade do programa após o alargamento regional de 2021. É aqui documentado como um exemplo bem documentado de um modelo de formação de formadores entre uma operadora de telecomunicações e uma ONG, e não como um caso de impacto comprovado.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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