Kokoomous Naisten Liitto: Um Século a Capacitar as Mulheres na Política Finlandesa
Finlândia
Kokoomous Naisten Liitto é um corpo nacional fundado por mulheres Kokoomos, dedicado a capacitar as mulheres na política, fomentando oportunidades …
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Desde o primeiro Parlamento Simulado para Mulheres de Kiribati em 2011, o Maneaba ni Maungatabu e o PNUD organizam Parlamentos Práticos recorrentes para reforçar a confiança das candidatas. O progresso é real mas lento: as mulheres detinham apenas 8,6% dos lugares na legislatura anterior, com uma estimativa de 3-4 em 45 em 2024.
Em agosto de 2011, Kiribati realizou o seu primeiro Parlamento Simulado para Mulheres, reunindo trinta mulheres de Tarawa e das ilhas exteriores no Maneaba ni Maungatabu (parlamento nacional), após um workshop preparatório de três dias. O exercício repetiu-se desde então como o Parlamento Prático das Mulheres, mais recentemente em 2023, organizado pelo Maneaba ni Maungatabu com o apoio do Programa de Parlamento do Pacífico do PNUD e financiamento do Japão e da Nova Zelândia, dando às participantes experiência prática em procedimento parlamentar, governação e campanhas públicas.
O programa produziu resultados individuais identificáveis: a participante de 2023 Ruta Babo-Nemta foi eleita para o Parlamento em 2024, tornando-se Vice-Presidente da Câmara e, aos 35 anos, a deputada mais jovem. Entre as beneficiárias anteriores do impulso mais amplo pela participação política das mulheres estão Teima Onorio, que se tornou Vice-Presidente de Kiribati, e Tangariki Reete, a primeira Presidente da Câmara.
A cobertura jornalística independente é franca quanto à tendência mais ampla continuar a ser de progresso lento: na legislatura anterior, as mulheres detinham apenas 8,6% dos 45 lugares do Maneaba (4 de 8 candidatas eleitas); historicamente, Kiribati elegeu 3 deputadas em 2007, 4 em 2011 e 3 em 2015. Para as eleições de agosto de 2024, concorreram 18 mulheres a nível nacional — mais do dobro do universo de 2020 — mas um investigador citado pela BenarNews previa que apenas 3-4 seriam eleitas, sublinhando que duas décadas de parlamentos práticos financiados pelo PNUD e por doadores estrangeiros só moveram a agulha gradualmente, num país onde as mulheres representam 51% dos cerca de 116 mil habitantes.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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