FUNCAGUA — O Fundo da Água Legalmente Constituído da Cidade da Guatemala
Guatemala
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Uma doação de US$ 200 mil da Fundação Coca-Cola financiou uma cerca de 10,6 km que protege 570 hectares de floresta nativa de Koʻolau, em Oʻahu, contra espécies invasoras, protegendo a recarga de um aquífero que fornece mais de 1,4 bilhão de litros de água por dia.
A Koʻolau Mountains Watershed Partnership (KMWP), fundada em 1999, reúne 17 parceiros proprietários de terras e 10 parceiros associados — incluindo o Estado do Havaí, as Kamehameha Schools, o Exército dos EUA e a Honolulu Board of Water Supply — para gerir mais de 100 000 acres de terrenos públicos e privados na cordilheira Koʻolau de Oʻahu, um sistema que fornece cerca de 90% da água potável da ilha através da recarga de aquíferos.
Proteger a floresta nativa prioritária das espécies invasoras para salvaguardar a recarga do sistema aquífero de Waiawa/Pearl Harbor, que fornece mais de 364 milhões de galões de água por dia, apoiando a meta estadual do Havaí de proteger 30% das suas bacias hidrográficas prioritárias até 2030.
Em abril de 2017, uma doação de 200 000 USD da Coca-Cola Foundation — complementada por 100 000 USD da Honolulu Board of Water Supply e 100 000 USD em fundos estatais de capital para bacias hidrográficas — financiou uma vedação de 6,6 milhas que delimita 1400 acres de floresta prioritária (1000 acres em terrenos das Kamehameha Schools e 400 acres na reserva florestal estatal ʻEwa) para excluir porcos selvagens, cabras e plantas invasoras.
Não existem dados publicados de forma independente sobre a densidade de espécies invasoras ou a recarga de aquíferos, antes/depois, específicos desta vedação. A equipa da KMWP descreve um "impacto positivo significativo" ao longo de dez anos em termos qualitativos, sem métricas monitorizadas. O modelo de cofinanciamento entre empresas, concessionária e estado foi desde então replicado por outras parcerias de bacias hidrográficas coordenadas pela Hawaiʻi Association of Watershed Partnerships.
A vedação protege um componente crítico da infraestrutura de recarga de aquíferos de Oʻahu, mas é um elemento de uma parceria muito mais ampla e duradoura, e não uma intervenção autónoma avaliada separadamente, pelo que o seu impacto específico não foi medido de forma independente.
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