Medida Agroambiental e Climática da Eslováquia (AEKO) — Plano Estratégico da PAC 2023–2027
Eslováquia
No âmbito do Plano Estratégico da PAC 2023-2027, a Eslováquia paga aos agricultores através da Medida Agroambiental e Climática (AEKO) …
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O regime esloveno KOPOP paga agricultores, sob o Plano PAC 2023-2027, por práticas de água, solo e clima — 519,6M€ orçamentados, 39M€ pagos em ~190.000 ha em 2024 — embora estudos revistos por pares mostrem falhas anteriores na biodiversidade agrícola.
O KOPOP é o regime esloveno de Pagamentos Agroambientais e Climáticos, gerido pelo Ministério da Agricultura, Silvicultura e Alimentação (MKGP) através da Agência para os Mercados Agrícolas e o Desenvolvimento Rural (ARSKTRP), no âmbito do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PAC) 2023-2027 do país, assente em regimes agroambientais que remontam à adesão da Eslovénia à UE em 2004.
O regime paga aos agricultores por práticas de gestão da água, do solo e do clima, com um orçamento de 519,6 milhões de euros previsto para as intervenções do KOPOP entre 2023 e 2027, cofinanciado até 80% pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural da UE.
De acordo com o Relatório Anual de Desempenho da PAC 2024 da Eslovénia, as submedidas de 'Recursos Naturais' do regime (que abrangem a gestão da água e do solo) apoiaram cerca de 190.000 hectares e pagaram 39 milhões de euros só em 2024, com cerca de 29% dessa área sob operações dedicadas de Recursos Hídricos; uma submedida mais pequena de 'Alterações Climáticas' (medidas de alimentação/ração animal) abrangeu 291 hectares por 199.000 euros.
A investigação independente, revista por pares, apresenta um quadro mais misto: um estudo publicado na Land Use Policy concluiu que a versão de 2007-2013 das medidas agroambientais da Eslovénia revelou um 'fracasso quase total' na conservação de pastagens extensivas ricas em espécies, apontando a ausência de critérios de pré-seleção e um acompanhamento fraco; uma análise distinta, revista por pares, de dados de 2008-2019, encontrou uma relação negativa entre os pagamentos diretos da PAC e a diversidade de aves agrícolas, com as medidas agroambientais/de esverdeamento a mostrar apenas um efeito positivo negligenciável.
Ainda assim, o KOPOP oferece uma transparência invulgarmente forte para um regime nacional de PSE: funciona ao abrigo de um Relatório Anual de Desempenho publicado e auditado pelo governo, com supervisão da Comissão Europeia, fornecendo aos investigadores externos os dados necessários para identificar e publicar precisamente estas lacunas — um ponto forte de governação, mesmo quando a eficácia ecológica é contestada.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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