A Coreia do Sul opera uma Certificação de Qualidade de Acessibilidade Web com reconhecimento legal desde o início da década de 2010, recodificada mais recentemente ao abrigo do Artigo 21.º da Lei de Inclusão Digital de 2023. O Ministério da Ciência e das TIC designa três entidades certificadoras — o Korea Web Accessibility Certification Institute, a WebWatch e a Associação Coreana de Cegos — para auditar sítios web, aplicações, software e quiosques públicos e privados face às Diretrizes Coreanas de Acessibilidade de Conteúdo Web (KWCAG 2.1), muito alinhadas com as WCAG 2.1 internacionais.
Só uma das três entidades designadas, a WebWatch, reporta 17.586 sítios certificados (16.775 emitidos ao abrigo da lei atual e 811 emitidos ao abrigo do enquadramento legal anterior), indicando uma adesão substancial e sustentada, voluntária e obrigatória, por parte de organismos públicos e empresas coreanas. Separadamente, o próprio indicador longitudinal do governo — o Inquérito Anual de Acessibilidade Web conduzido pelo Ministério da Ciência e das TIC (MSIT) — mostra a pontuação média de conformidade a subir de 53,7 em 2019 para 60,9 em 2022, mas praticamente estagnada nos últimos três anos medidos (60,7 em 2020, 60,8 em 2021 e 60,9 em 2022).
Essa quase-estagnação é a ressalva honesta: o volume de certificações continuou a crescer, mas o próprio indicador governamental de acessibilidade mostra que a acessibilidade real dos sítios web melhorou apenas marginalmente desde 2020, com o próprio inquérito a assinalar que 'subsistem lacunas notáveis, especialmente entre organizações pequenas e médias' — um desfasamento entre a adesão às certificações e os ganhos de usabilidade demonstrados.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.