Girls Who Code — A Reduzir o Fosso de Género em Informática Através de Programas de Verão
Estados Unidos da América
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Desde 2014, a Laboratoria forma jovens de baixos rendimentos em cinco países latino-americanos como programadoras e analistas de dados. Um estudo do Banco Mundial/S4YE apurou que 86% de 1.038 formandas conseguiu emprego tecnológico, com o dobro do salário mínimo.
A Laboratoria forma jovens mulheres de contextos de baixo rendimento no Peru, México, Chile, Colômbia e Brasil para se tornarem programadoras web, designers UX/UI e analistas de dados, respondendo ao fosso de género no setor tecnológico da América Latina.
O bootcamp de seis meses, fundado em Lima em 2014, é altamente seletivo (admite cerca de 9% das candidatas) e é pago através de prestações diferidas indexadas ao rendimento, uma vez a formanda esteja empregada.
Um estudo de caso do Banco Mundial/S4YE, da série 'Digital Jobs for Youth', acompanhou uma coorte de três anos com 1.038 formandas e encontrou uma taxa de colocação profissional de 86%, com as formandas a ganharem aproximadamente o dobro do salário mínimo local. Dados mais recentes da própria Laboratoria, citados pela ImpactAlpha e pela Scotiabank, descrevem taxas de colocação próximas dos 85% e ganhos de rendimento até 3,7 vezes para formandas com rendimento prévio.
A elevada seletividade do programa (cerca de 9% de admissão) significa que estes resultados descrevem um grupo pré-selecionado e não todas as jovens que se candidatam, e os valores mais elevados de multiplicação de rendimento provêm da comunicação da própria Laboratoria, e não da avaliação independente da S4YE.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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