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Boa prática Importada

Movimento “Mil Milhões de Árvores” da Mongólia — O Impulso de Florestação Urbana de Ulã Bator

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A campanha da Mongólia para plantar mil milhões de árvores até 2030 já plantou cerca de 128 milhões; Ulã Bator soma uma meta própria de 120 milhões de árvores em jardins botânicos e cinturões verdes, embora o progresso esteja atrasado.

Detalhes

Promotor
Government of Mongolia — National Committee for the “Billion Trees” National Movement
Período
2021–2030
Palavras-chave
afforestation, urban forestry, climate policy, public-private tree planting

Descrição

Em 2021, o governo da Mongólia declarou um movimento nacional “Mil Milhões de Árvores” para combater a desertificação, as tempestades de poeira e a degradação do solo, com a meta de plantar mil milhões de árvores em todo o país até 2030, através de um plano em três fases (2021-24 preparação, 2024-26 intensificação, 2027-30 implementação sustentada), com o compromisso de investir pelo menos 1% do PIB por ano.
Ulã Bator, onde vive quase metade da população da Mongólia e uma das capitais mais poluídas e degradadas do mundo, recebeu uma meta própria de florestação urbana de 120 milhões de árvores; em 2025 a cidade começou a plantar em oito locais, incluindo o Jardim Botânico IGM (distrito de Bayanzurkh), uma faixa de “Muralha Verde” ao longo do corredor fluvial no distrito de Khan-Uul, e jardins botânicos distritais em Bayangol e Nalaikh.
A agência estatal de notícias Montsame noticiou 84 milhões de árvores plantadas em todo o país entre 2021 e 2024, subindo para cerca de 114,6 milhões até outubro de 2025; o meio de comunicação regional independente Qazinform situou o total acumulado em 127,9 milhões de árvores (8,3% da meta de mil milhões) na sua contagem mais recente, e assinalou que as 21 maiores empresas mineiras da Mongólia se comprometeram a plantar mais 608 milhões de árvores até 2030.
Estes números são contagens de plantação autorreportadas por fontes estatais e afins, e não dados de sobrevivência ou crescimento auditados de forma independente; o ritmo — cerca de 13% da meta ao fim de quase cinco anos — está atrasado face ao calendário original, e não foi encontrada nenhuma verificação pública e independente da taxa de sobrevivência das plântulas no clima árido e com escassez de água de Ulã Bator, um risco já documentado em campanhas de florestação em larga escala na Ásia Central.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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