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No Means No Worldwide — Programa IMPower & Ujamaa de Autodefesa e Intervenção de Testemunhas, Nairóbi

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Nos assentamentos informais de Nairóbi, um currículo emparelhado de autodefesa/empoderamento para raparigas e de intervenção de testemunhas para rapazes reduziu a agressão sexual em 3,7 pontos percentuais num ensaio aleatorizado por clusters com 5.686 estudantes, com mais de um terço das raparigas agredidas a usar as competências aprendidas para deter o ataque.

No Means No Worldwide — Programa IMPower & Ujamaa de Autodefesa e Intervenção de Testemunhas, Nairóbi

Detalhes

Promotor
Ujamaa-Africa / No Means No Worldwide
Período
2009–ongoing (cluster-RCT evaluation Oct 2013–Oct 2014; bystander study 2015)
Palavras-chave
gender-based violence prevention, youth empowerment, education, self-defense training

Descrição

A No Means No Worldwide (NMNW) e a sua parceira de implementação no Quénia, a Ujamaa-Africa, conduzem um currículo emparelhado de seis semanas nos assentamentos informais de Nairóbi: o 'IMPower' ensina raparigas adolescentes a usar estratégias verbais, físicas e de autodefesa para resistir a agressões sexuais, enquanto o 'Your Moment of Truth' forma rapazes adolescentes a reconhecer situações coercivas e a intervir com segurança como testemunhas. Ambos os currículos são ministrados por instrutores locais formados em escolas do ensino primário superior e secundário em assentamentos como Korogocho, Huruma, Dandora, Kibera e Mukuru.
Um ensaio controlado e aleatorizado por clusters emparelhados, conduzido por investigadores da Universidade de Stanford em parceria com instituições quenianas (outubro de 2013 a outubro de 2014), inscreveu 3.147 raparigas em 14 escolas de intervenção e 2.539 raparigas em 14 escolas de controlo. As escolas de intervenção registaram uma redução de 3,7 pontos percentuais na agressão sexual no ano anterior, em comparação com o grupo de controlo (p=0,03), e, entre as raparigas do grupo de intervenção que foram posteriormente agredidas, 35% relataram ter usado as competências de autodefesa aprendidas para deter a agressão. Um estudo separado de 2015 sobre o currículo de intervenção de testemunhas para rapazes, envolvendo 1.543 rapazes de 15 a 22 anos em 36 escolas, concluiu que os participantes formados tinham pelo menos o dobro da probabilidade de intervir com segurança ao presenciar uma agressão, com efeitos que persistiram aos nove meses.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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