Daedeok Innopolis — Cluster de Comercialização de I&D da Coreia do Sul
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Nascido de um esforço de incubação da METU em 1990, o ODTÜ Teknokent tornou-se a primeira zona de desenvolvimento tecnológico legalmente designada da Turquia e acolhe atualmente mais de 450 empresas, com mais de 1,3 mil milhões de dólares em exportações tecnológicas acumuladas e saídas de destaque como a venda da OpsGenie à Atlassian por 295 milhões de dólares.
O ODTÜ Teknokent (METU Technopark) tem origem no período de 1987–1990, quando a Middle East Technical University (METU/ODTÜ), com o apoio de estudos de viabilidade do Banco Mundial e da agência turca de apoio às PME KOSGEB, criou um centro de incubação (ODTÜ TEKMER) inspirado nos parques científicos dos Estados Unidos e do Reino Unido. O primeiro edifício do parque foi inaugurado em 2000 e, em 2001, a Lei n.º 4691 das Zonas de Desenvolvimento Tecnológico da Turquia atribuiu ao modelo um enquadramento legal nacional — o ODTÜ Teknokent tornou-se a primeira zona oficialmente designada do país ao abrigo dessa lei.
No final da década de 2010, o parque já contava com mais de 450 empresas residentes (cerca de 70% fundadas no próprio local), empregando mais de 10 000 pessoas, das quais 90% licenciados universitários, segundo a Associação Internacional de Parques Científicos (IASP). A revista do próprio campus da METU noticiou que, no final de 2017, as empresas residentes tinham gerado cerca de 13 mil milhões de liras turcas em vendas tecnológicas no mercado interno e 1,3 mil milhões de dólares em exportações tecnológicas acumuladas, concentradas em empresas de defesa, software, telecomunicações e segurança da informação.
Os resultados mais citados do parque prendem-se com saídas e crescimentos de empresas individuais, e não com o balanço da própria zona: a OpsGenie, empresa de alertas de TI incubada no ODTÜ Teknokent, foi adquirida pela Atlassian por 295 milhões de dólares; iniciativas ligadas a serviços de transporte e cartografia, bem como a plataforma de ensino em linha Udemy, remontam as suas raízes iniciais a este mesmo ecossistema. Estes números são autodeclarados pela empresa gestora do parque e pela sua imprensa universitária, e os dados de exportação mais detalhados disponíveis remontam a 2017–2019 e não à atualidade, o que atenua a confiança na sua atualidade, ainda que a tendência subjacente — um crescimento sustentado ao longo de duas décadas, de um único edifício até um agrupamento de várias centenas de empresas — esteja bem documentada por fontes independentes e universitárias.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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