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Desde 2014, o Ministério da Educação de São Vicente e Granadinas tem distribuído portáteis Acer e tablets com o objetivo de dar um dispositivo a cada aluno do secundário, facto corroborado por cinco fontes independentes — embora o orçamento, os totais acumulados e avaliações de resultados continuem por publicar.
São Vicente e Granadinas é uma pequena nação das Caraíbas Orientais com cerca de 100 mil habitantes. Em 2014, o Ministério da Educação propôs-se dar um portátil a cada aluno do ensino secundário, procurando colmatar um fosso digital persistente num sistema escolar disperso entre a ilha principal e as ilhas Grenadines.
O programa foi lançado publicamente a 24 de junho de 2014, com a distribuição de 317 portáteis Acer com Windows 8 a alunos da West St. George Secondary School, através de um acordo intermediado pela editora britânica Dennis Publishing com a Microsoft e a Acer, e com a meta de 12.500 portáteis para cobrir toda a população do ensino secundário. A distribuição continuou em fases posteriores, alargando-se a tablets para alunos dos 5.º e 6.º anos do ensino primário e do Community College; um novo carregamento de tablets chegou em abril de 2021, mesmo enquanto o país gerido a perturbação causada pela erupção do vulcão La Soufrière nesse mesmo mês.
O próprio sítio do Ministério da Educação descreve hoje a cobertura de portáteis no ensino secundário como praticamente universal ('cada aluno já tem o seu portátil'), e tanto a meta de 12.500 portáteis como a existência do programa são corroboradas de forma independente pela imprensa local, por uma revista internacional e por uma revisão regional de 2024 da União das Telecomunicações das Caraíbas / CEPAL sobre iniciativas de inclusão digital na região.
Nenhuma fonte pública revela o orçamento do programa, um total acumulado de dispositivos efetivamente distribuídos face à meta de 12.500, ou qualquer avaliação independente do seu efeito nos resultados de aprendizagem — uma lacuna assinalada mesmo em comentários públicos na própria página do programa no sítio do Ministério. O programa deve ser lido como uma iniciativa de acesso a dispositivos duradoura e bem corroborada, mas sem avaliação de resultados publicada.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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