LIFE Arċipelagu Garnija — Controlo de Ratos para a Cagarra-de-patas-negras, Malta
Malta
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São Cristóvão e Neves financia um programa de captura contra cerca de 37.000 macacos-verdes invasores, apoiado desde 2019 por um projeto da OECO financiado pelo GEF e por EC$700.000 do orçamento de 2020, após perdas agrícolas em 2018 equivalentes a um mês de produção.
Os macacos-verdes africanos (vervet), introduzidos a partir da África Ocidental há cerca de 350 anos, são estimados em cerca de 37 000 indivíduos apenas em St. Kitts (68 milhas quadradas), e são descritos pela CABI e pelo Ministério da Agricultura como a espécie invasora mais prejudicial do território, com perdas de colheitas em 2018 equivalentes a um mês inteiro de produção comercializável.
Em março de 2019, St. Kitts e Nevis aderiram ao projeto regional financiado pelo GEF 'Preventing the COSTS of Invasive Alien Species in Barbados and the OECS', implementado pela CABI, para construir uma estratégia nacional de gestão dos macacos, a par de estudos populacionais e comportamentais. O Ministério da Agricultura atribuiu 700 000 dólares das Caraíbas Orientais (EC$) no seu orçamento de 2020 a uma Iniciativa de Controlo de Pragas dedicada, e uma Força-Tarefa Nacional dos Macacos, coordenada com o apoio da Dra. Kerry Dore, tem vindo a escalar operações de captura viva (capturando em média cerca de 25 macacos por operação, com planos para colocar 500 armadilhas).
Um fundo relacionado de controlo de animais ferais na vizinha Nevis cresceu de 500 000 dólares por ano para 1,2 milhões de dólares até 2022, indicando um aumento do investimento público.
Nem o governo nem a CABI publicaram valores de redução populacional ou de recuperação de perdas de colheitas, pelo que a eficácia do programa no terreno assenta, até agora, em entradas de financiamento e esforço, e não em resultados ecológicos ou económicos medidos.
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