Lei da Equidade Salarial de Manitoba (1985) — A primeira lei proativa de equidade salarial no setor público do Canadá
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Lei de 1988 que obriga o setor público da Ilha do Príncipe Eduardo a corrigir salários de categorias feminizadas. Salários das mulheres a tempo inteiro: de 70,3 % para 80,8 % dos dos homens (c. 1994, atribuído sobretudo à Lei); disparidade no setor público de 2 % em 2026.
A Lei da Igualdade Salarial da Ilha do Príncipe Eduardo, aprovada em 1988, visa corrigir a discriminação sistémica de género nos salários das categorias feminizadas do setor público. Aplica-se apenas a empregadores e trabalhadores do setor público. Criou um Gabinete da Igualdade Salarial para acompanhar o progresso dos empregadores e elaborar estatísticas, e exigiu que os empregadores negociassem com os agentes de negociação um processo de avaliação neutro quanto ao género, as desigualdades entre categorias e os ajustamentos salariais.
O Quarto Relatório do Canadá à CEDAW indica que, antes da Lei, as mulheres ganhavam 70,3 % do salário dos homens na ilha, o valor mais baixo entre as províncias, e que os salários das mulheres a tempo inteiro subiram para 80,8 %, aumento atribuído sobretudo ao processo de igualdade salarial. Refere ainda que os passos necessários no setor público estavam concluídos, faltando alguns ajustamentos. São dados oficiais de meados da década de 1990 e não uma avaliação controlada.
Um estudo de 2026 do Canadian Centre for Policy Alternatives conclui que a ilha tem a menor disparidade salarial semanal do Canadá, 5 %, com 2 % no setor público contra 20 % no privado, onde a Lei não se aplica. O mesmo estudo mostra disparidades persistentes: 42 % para mulheres racializadas, a mais alta do Canadá Atlântico, e 17 % para mulheres não sindicalizadas. A comparação público/privado e estas disparidades são descritivas, não causais, e mostram os limites de um modelo só para o setor público.
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