Urbanismo Social de Medellín — Teleféricos, Escadas Rolantes e Acupuntura Urbana
Colômbia
Medellín integrou linhas de teleférico e escadas rolantes nas comunas mais pobres com melhorias de bairro, reduzindo a taxa de …
Equador · Quito · Ver o perfil de Equador · Ver o perfil de Quito
Top 76% 57/100 · Pergunte a Evidence Copilot sobre esta prática
Desde abril de 2003, Quito encerra ao trânsito um corredor cada vez maior aos domingos, para ciclismo e caminhada — de 9,5 km/3.000 utilizadores a ~29 km e 16.000-26.000 pessoas. Em agosto de 2024 a gestão passou para a ONG Biciacción, financiada por patrocinadores.
O Ciclopaseo de Quito começou a 27 de abril de 2003 como um encerramento dominical de 9,5 km com cerca de 3.000 participantes; em seis meses, a rota tinha crescido para 20 km e 25.000 pessoas, segundo relatos municipais e da imprensa. O evento passou de mensal a bissemanal em 2005 e a todos os domingos a partir de maio de 2009, percorrendo hoje um corredor de aproximadamente 28,7-30 km (os relatos variam consoante o ano) entre os Parques del Recuerdo, a norte, e a zona de Las Cuadras/Quitumbe, a sul, aberto das 8h00 às 14h00 a ciclistas, corredores, caminhantes, patinadores, pessoas com cães e famílias com carrinhos de bebé.
Alcance: o jornal El Comercio noticiou uma média de cerca de 16.000 participantes por domingo em 2017 (50 eventos orçados em 496.663 dólares nesse ano), enquanto a cobertura de 2024 sobre a mudança de gestão refere entre 20.000 e 26.000 participantes num domingo típico — valores compatíveis com um evento recorrente maduro e de grande afluência, ainda que não tenha sido encontrada nenhuma avaliação académica independente com metodologia de contagem rigorosa.
Governação e uma experiência em curso: a gestão mudou de mãos várias vezes — Biciacción (2003-2007), depois a Fundación Ciclópolis (2007-2017), depois diretamente o Município — e, em agosto de 2024, a cidade voltou a entregar a responsabilidade operacional à Biciacción, desta vez financiada por patrocinadores privados em vez do orçamento municipal, com a Agência Metropolitana de Trânsito (AMT) a prestar apoio ao trânsito. Esta mudança para um financiamento baseado em patrocínios de um ativo público de mobilidade urbana é, em si, uma experiência de governação a acompanhar; à data, a sua durabilidade a médio prazo ainda não está estabelecida.
Limitação: as sucessivas mudanças de entidade gestora ao longo de mais de 20 anos apontam para uma certa fragilidade institucional no financiamento e na gestão do programa, ainda que a própria atividade dominical sem carros tenha continuado sem interrupção sustentada.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
Colômbia
Medellín integrou linhas de teleférico e escadas rolantes nas comunas mais pobres com melhorias de bairro, reduzindo a taxa de …
Quénia
Desde 2006, a Kounkuey Design Initiative co-desenhou 11 espaços públicos resilientes a cheias com residentes de Kibera em terrenos antes …
Alemanha
A Cidade Socialmente Integradora é um esquema de desenvolvimento local liderado pela comunidade. Foi originalmente um programa federal, mas Berlim …
Quénia
Um consórcio universitário mapeou por GPS cerca de 130 rotas informais de matatu e mais de 3.000 paragens em Nairóbi, …
Abrir o copiloto completo Baseado em práticas citadas — verifique sempre as fontes.