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Quota Constitucional de Género e Gabinete de Monitorização de Género do Ruanda

Ruanda · Kigali · Ver o perfil de Ruanda

A Constituição do Ruanda de 2003 (Art. 76) impõe uma quota mínima de 30% de mulheres em cargos eleitos; o Gabinete de Monitorização de Género (GMO, Lei 51/2007) fiscaliza o cumprimento. Em 2024, o Ruanda atingiu 63,8% de deputadas na Câmara dos Deputados — a mais elevada representação parlamentar feminina do mundo há mais de 20 anos consecutivos.

63.8%
Mulheres na Câmara dos Deputados (2024)
≥30%
Quota constitucional de género (from 2003)
Quota Constitucional de Género e Gabinete de Monitorização de Género do Ruanda

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
Gender Monitoring Office (GMO)
Período
2003–present
Palavras-chave
political representation, gender quota, parliament, monitoring, accountability

Contexto

A Constituição do Ruanda de 2003 (artigo 76.º) impõe um mínimo de 30% de mulheres em todos os cargos eletivos, fiscalizado em órgãos públicos, privados e da sociedade civil pelo Gabinete de Monitorização de Género (Lei 51/2007).

Resultados

A representação parlamentar das mulheres subiu de menos de 25% antes de 2003 para 48,8% na primeira eleição pós-Constituição e 63,8% em 2024 — a mais alta do mundo.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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