Portal de Dados Abertos do Usbequistão — De uma Resolução do Gabinete de 2015 a um Lugar Entre os 50 Melhores do Mundo
Uzbequistão
O Usbequistão tornou obrigatórios por lei os dados abertos do governo em 2015 e, em 2019, encarregou o seu Comité …
Ruanda · Kigali · Ver o perfil de Ruanda · Ver o perfil de Kigali
Top 76% 57/100 · Pergunte a Evidence Copilot sobre esta prática
A Política de Revolução de Dados de 2017 do Ruanda obrigou os ministérios a sair dos silos de dados e a alimentar um único portal nacional, construído pelo MINICT, NISR e RISA. Em 2020, o Ruanda figurava entre os países com melhor pontuação no Open Data Inventory, embora a procura dos cidadãos ainda esteja atrás da oferta de dados.
O Ruanda aprovou uma lei de acesso à informação em 2013 e encomendou nesse mesmo ano uma Avaliação da Prontidão para Dados Abertos. Em 2017, o governo adotou uma Política Nacional de Revolução de Dados que exigia que os ministérios deixassem de guardar dados em silos departamentais e passassem a alimentar um único portal centralizado e acessível ao público.
O Ministério das TIC e Inovação (MINICT), o Instituto Nacional de Estatística do Ruanda (NISR) e a Autoridade da Sociedade da Informação do Ruanda (RISA) lideraram a construção. O MINICT e a RISA organizaram um concurso de desenvolvimento web para envolver tecnólogos locais na criação das ferramentas de recolha de dados da plataforma, cobrindo desde meteorologia e preços até fiscalidade, investimento, educação, cultura e a eficiência dos serviços públicos. O NISR organiza ainda, separadamente, um concurso anual de jornalismo de dados baseado nos conjuntos de dados que já publica.
Em medições independentes, o Ruanda ficou entre os países com melhor pontuação no Open Data Inventory (ODIN) de 2020 — atrás do líder México e ao lado da Mongólia e da Moldávia, segundo uma análise do World Bank Data Blog sobre essa edição. Mas uma revisão independente do site de prática de desenvolvimento DevelopLocal encontrou lacunas reais por trás dessa classificação: a publicação continua orientada pela oferta, sem procura equivalente por parte dos cidadãos; a liderança de governação é desigual entre departamentos; e a prática no terreno nem sempre corresponde ao que a política de 2017 exige. O caso do Ruanda é uma tentativa genuína, mas ainda inacabada, de unificar os dados do governo, não uma história de sucesso terminada.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
Uzbequistão
O Usbequistão tornou obrigatórios por lei os dados abertos do governo em 2015 e, em 2019, encarregou o seu Comité …
Mongólia
O Instituto Nacional de Estatística da Mongólia abriu a base de dados estatísticos via www.1212.mn e API aberta, subindo do …
Geórgia
O Ministério da Justiça da Geórgia lançou o data.gov.ge em 2015, no âmbito do seu plano da Parceria para o …
Ucrânia
A plataforma ProZorro da Ucrânia, cocriada a partir de 2014 por tecnólogos voluntários, governo e doadores, reduziu a contratação com …
Abrir o copiloto completo Baseado em práticas citadas — verifique sempre as fontes.